sexta-feira, 31 de maio de 2013

(VÍDEO) - O Teste da Fé - Dez cientistas reconhecidos internacionalmente como pesquisadores notáveis contam suas histórias de vida e como relacionam a sua fé com a atividade científica. Por que escolheram ser cientistas? Por que abraçaram o cristianismo?



Francis Collins, autor do best-seller A Linguagem de Deus e ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, Estados Unidos; Alister McGrath, autor de, entre outros, Como Lidar com a Dúvida e O Delírio de Dawkins e professor na Universidade de Oxford; Alasdair Coles, da Universidade de Cambridge e coordenador da pesquisa que acaba de apontar um medicamento eficaz para tratar pacientes com esclerose múltipla; entre outros, afirmam: OS CIENTISTAS TAMBÉM CREEM.
Em O Teste da Fé, dez cientistas reconhecidos internacionalmente como pesquisadores notáveis contam suas histórias de vida e como relacionam a sua fé com a atividade científica. Por que escolheram ser cientistas? Por que abraçaram o cristianismo?
Alguns eram ateus; outros, agnósticos; e ainda outros foram apresentados ao cristianismo quando crianças. Todos, em algum momento, mudaram de opinião ou reafirmaram o que creem.
Mas por que “O Teste da Fé”?
O desafio levantado é, muitas vezes, o de que Deus é uma ilusão e que a ciência removeu a necessidade da fé em qualquer coisa que seja. Como os cientistas cristãos respondem a isso? Todos eles foram treinados para pensar e testar ideias até o limite. Se tanto a sua fé, quanto a sua ciência forem buscas genuínas pela verdade, precisamos ouvir o que eles têm a dizer.

Autores

Ruth Bancewicz, do Instituto Faraday para a Ciência e a Religião, St. Edmund’s College, Cambridge, é organizadora e autora de O Teste da Fé.
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Francis Collins, ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, Estados Unidos

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Alister McGrath, doutor em biofísica molecular e professor de teologia histórica, Universidade de Oxford

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Ard Louis, Centro Rudolf Peierls de Física Teórica, Universidade de Oxford

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Jennifer Wiseman, astrofísica, Centro Goddard de Voos Espaciais, NASA

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Bill Newsome, professor de neurobiologia, Escola de Medicina da Universidade de Stanford

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John Polkinghorn, ex-professor de física matemática, Universidade de Cambridge, e ex-presidente do Queens’ College, Cambridge

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Deborah B. Haarsma, professora associada de física e astronomia, Calvin College, Michigan

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Alasdair Coles, professor sênior de neuroimunologia clínica, Universidade de Cambridge

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John Bryant, professor emérito de biologia celular e molecular, Universidade de Exeter

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Rosalind Picard, professora de artes e ciências midiáticas e diretora do Grupo de Pesquisa em Computação Afetiva do Laboratório de Mídia do MIT



O que disseram


A integração entre a percepção humana e a avaliação científica é de alto nível em cada capítulo e deixou este simples teólogo com a impressão de que seria um imenso prazer gastar algum tempo com seus autores. Espero que os leitores desfrutem tanto desses testemunhos quanto eu mesmo pude fazê-lo.
J. I. Packer

Extras


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- Leia artigos sobre o tema do livro publicados em edições anteriores da revista Ultimato. Clique aqui




quarta-feira, 29 de maio de 2013

(VÍDEO) - Robert P. George - professor de jurisprudência da Universidade Princeton afirma que o "casamento gay" irá causar uma mudança substancial no conceito de família e paternidade, que trará consequências perigosas para a educação das crianças e para a liberdade religiosa.

(VÍDEO) - Robert P. George - professor de jurisprudência da Universidade Princeton afirma que o "casamento gay" irá causar uma mudança substancial no conceito de família e paternidade, que trará consequências perigosas para a educação das crianças e para a liberdade religiosa.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:http://familiacalvinista.blogspot.com.br/2013/05/video-robert-p-george-professor-de.html

(VÍDEO) - Estratégia dos Esquerdistas, Socialistas, Petistas e Social-Democratas para IMBECILIZAR as nossas crianças através da "filosofia e metodologia construtivista".

(VÍDEO) - Estratégia dos Esquerdistas, Socialistas, Petistas e Social-Democratas para IMBECILIZAR as nossas crianças através da "filosofia e metodologia construtivista".

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://psceducacao.blogspot.com.br/2013/05/estrategia-dos-esquerdistas-socialistas.html

10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias

10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias

22/05/2013
Se você acha que a leitura é uma prática entediante, talvez seja hora de rever seus conceitos. Conheça 10 bons motivos para ler todos os dias e transformar isso em um hábito
 

10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias
Crédito: Shutterstock.com
Livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama
 
Uma das práticas que os jovens consideram mais entediantes é a leitura. Não é raro ouvir reclamações sobre a obrigatoriedade da leitura, mesmo que algumas histórias surpreendam por atrair o interesse. Contudo, estabelecer o hábito da leitura pode trazer diversos benefícios para a vida, tanto no mundo acadêmico quanto na carreira. Confira a seguir 10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias:
 
Leia também: » 4 livros que você precisa ler para ser uma pessoa melhor » Ler livros causa ações involuntarias no cérebro, mostra estudo » Mais de 1.000 livros para download grátis
 
 

10 motivos para ler todos os dias: 1. Estímulo mental

O cérebro necessita treinamento para se manter forte e saudável e a leitura é uma ótima maneira de estimular a mente e mantê-la ativa. Além disso, estudos mostram que os estímulos mentais desaceleram o progresso de doenças como demência e Alzheimer.  
 

10 motivos para ler todos os dias: 2. Redução do estresse

Quando você se insere em uma nova história diferente da sua, os níveis de estresse que você viveu no dia são diminuídos radicalmente. Uma história bem escrita pode transportá-lo para uma nova realidade, o que vai distraí-lo dos problemas do momento.  
 

10 motivos para ler todos os dias: 3. Aumento do conhecimento

Tudo o que você lê é enviado para o seu cérebro com uma etiqueta de “novas informações”. Mesmo que elas não pareçam tão essenciais para você agora, em algum momento elas podem ajudá-lo, como em uma entrevista de emprego ou mesmo durante um debate em sala de aula.  
 

10 motivos para ler todos os dias: 4. Expansão de vocabulário

A leitura expõe você a novas palavras que inevitavelmente elas serão incluídas no seu vocabulário. Conhecer um número grande de palavras é importante porque permite que você seja mais articulado em seus discursos, de maneira que até mesmo a sua confiança será impulsionada.  
 

10 motivos para ler todos os dias: 5. Desenvolvimento da memória

Quando você lê um livro (especialmente os grandes) precisa se lembrar de todos os personagens, seus pontos de vista, o contexto em que cada um está inserido e todos os desvios que a história sofreu. A boa notícia é que você pode utilizar isso a seu favor, fazendo dos livros um treino para a sua memória. Guardar essa quantidade de informações faz com que você esteja mais apto para se lembrar de eventos cotidianos.  
 
Ler Cervantes é bom para o cérebro
 
 

10 motivos para ler todos os dias: 6. Habilidade de pensamento crítico

Já leu um livro que prometia um mistério confuso e acabou por desvendá-lo antes mesmo do meio da história? Isso mostra a sua agilidade de pensamento e suas habilidades de pensamento crítico. Esse tipo de talento também é desenvolvido por meio da leitura. Portanto, quanto mais você lê, mais aumenta sua habilidade de estabelecer conexões.  
 

10 motivos para ler todos os dias: 7. Aumento de foco e concentração

O mundo agitado de hoje faz com que sua atenção seja dividida em várias partes, de modo que manter-se concentrado em apenas uma tarefa torna-se um desafio. Contudo, livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama. Embora você não perceba, esse tipo de exercício ajuda você a se concentrar em outras ocasiões, como quando precisa finalizar um projeto urgente.  
 

10 motivos para ler todos os dias: 8. Habilidades de escrita

Esse tipo de habilidade anda lado a lado com a expansão do seu vocabulário. Assim como a leitura permite a você ser alguém mais articulado na fala, também vai ajuda-lo a colocar com mais clareza os seus pensamentos no papel. Isso vai dar a você a chance de produzir textos com mais qualidade, não apenas de vocabulário, como também correção gramatical e ideias mais ricas.  
 

10 motivos para ler todos os dias: 9. Tranquilidade

O fato de envolver você em uma história e livrá-lo do estresse cotidiano faz do livro uma ótima ferramenta para alcançar a paz interior. Nos momentos de estresse, procure se distrair do que acontece com uma história que atrai seu interesse. Isso vai acalmá-lo e ajudá-lo a melhorar seu humor.  
 

10 motivos para ler todos os dias: 10. Entretenimento a baixo custo

Muitas pessoas acreditam que o conceito de diversão está diretamente ligado aos altos custos de uma viagem ou mesmo de uma festa. Contudo, se você encontrar um livro que chame a sua atenção, poderá viajar sem sair da sua casa. E se você acha que os preços cobrados por um livro também são abusivos, pode baixar aqui mais de 1.000 títulos gratuitamente.  
 



sexta-feira, 17 de maio de 2013

LATIM EM VÍDEO

LATIM EM VÍDEO

Clique no link abaixo para mais informações:
http://latimemvideo.blogspot.com 

A religião que eles (depravados) querem (é que ela seja uma expressão de fé tão íntima e tão pessoal que não tenha capacidade de oferecer qualquer resposta aos problemas da sociedade. Na verdade, querem que ela seja apenas morna, talvez para que, no fim, seja vomitada pelo seu próprio Deus.)

A religião que eles (depravados) querem (é que ela seja uma expressão de fé tão íntima e tão pessoal que não tenha capacidade de oferecer qualquer resposta aos problemas da sociedade. Na verdade, querem que ela seja apenas morna, talvez para que, no fim, seja vomitada pelo seu próprio Deus.)

Clique no link abaixo para acessar o artigo:
http://cienciasdareligiaoreformacional.blogspot.com.br/2013/05/a-religiao-que-eles-depravados-querem-e.html

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Para o governo petista, policial que mata bandido é bandido. Até prova em contrário


Para o governo petista, policial que mata bandido é bandido. Até prova em contrário

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Por que não sou liberal - Olavo de Carvalho

Por que não sou liberal
Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil, 08 de março de 2007
 
Há muitos motivos para você ser contra o socialismo, mas entre eles há dois que são conflitantes entre si: você tem de escolher. Ou você gosta da liberdade de mercado porque ela promove o Estado de direito, ou gosta do Estado de direito porque ele promove a liberdade de mercado. No primeiro caso, você é um “conservador”; no segundo, é um “liberal”.

Durante algum tempo, você não sente a diferença. Quando a direita é ainda incipiente, nebulosa e sem forma, liberais e conservadores permanecem numa gostosa promiscuidade, fundidos na ojeriza comum ao estatismo esquerdista. Tão logo a luta contra o esquerdismo exige uma definição doutrinal mais precisa, a diferença aparece: ou você fundamenta o Estado de direito numa concepção tradicional da dignidade humana, ou você o reinventa segundo o modelo do mercado, onde o direito às preferências arbitrárias só é limitado por um contrato de compra e venda livremente negociado entre as partes. Nos dois casos você quer a liberdade, mas no primeiro o fundamento dela é “material”, isto é, definido por valores e princípios explícitos, no segundo é “formal”, isto é, definido por uma equação contratual cujo conteúdo está aberto à escolha dos interessados.

Se você é um conservador, você acha que um cidadão não tem o direito de contratar outro para matá-lo (muito menos para matar um terceiro), porque a vida é um dom sagrado que não pode ser negociado. Mas, para o liberal, nada existe de mais sagrado que o direito de comprar e vender – a própria vida inclusive: se você acha que sua vida está um saco e quer contratar um profissional para dar cabo dela, nem o Estado nem a Igreja têm o direito de dar nisso o menor palpite. Já se quem está enchendo o saco é o seu bebê anencéfalo, a sua avó senil ou o seu tio esquizofrênico, eles não têm capacidade contratante, mas você tem: caso tenha também o dinheiro para pagar uma injeção letal e o enfermeiro para aplicá-la, nada poderá impedir que os três chatos sejam retirados do mercado mediante os serviços desse profissional. Curiosamente, não conheço um só liberal que atine com a identidade essencial de contratar um enfermeiro para dar uma injeção nos desgraçados, um pistoleiro para lhes estourar os miolos ou uma motoniveladora para reduzi-los ao estado bidimensional. Quando dizem que consideram a primeira alternativa mais “humana”, não percebem que estão apelando a um argumento conservador e limitando abominavelmente a liberdade de mercado.

O conservadorismo é a arte de expandir e fortalecer a aplicação dos princípios morais e humanitários tradicionais por meio dos recursos formidáveis criados pela economia de mercado. O liberalismo é a firme decisão de submeter tudo aos critérios do mercado, inclusive os valores morais e humanitários. O conservadorismo é a civilização judaico-cristã elevada à potência da grande economia capitalista consolidada em Estado de direito. O liberalismo é um momento do processo revolucionário que, por meio do capitalismo, acaba dissolvendo no mercado a herança da civilização judaico-cristã e o Estado de direito.

Fonte: http://www.olavodecarvalho.org/semana/070308jb.html


Divulgação:

 


 


 


 


 


 


 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

(VÍDEO) - OAB/SP - DIREITO, FATOS, PERCEPÇÕES E DISCERNIMENTOS INTERNACIONAIS - Olavo de Carvalho

(VÍDEO) - OAB/SP - DIREITO, FATOS, PERCEPÇÕES E DISCERNIMENTOS INTERNACIONAIS - Olavo de Carvalho

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http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2013/05/video-oabsp-direito-fatos-percepcoes-e.html

(VÍDEO) - Hermisten - Teologia, Igreja e Academia: Os Opostos se atraem?

(VÍDEO) - Hermisten - Teologia, Igreja e Academia: Os Opostos se atraem?

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A decisão do CNJ é inconstitucional e quebra uns dos fundamentos de uma sociedade civilizada. O conceito de casamento fora das bases sólidas HOMEM com uma MULHER, permitirá e oficializará a PEDOFILIA (Intimidade Inter-geracional), INCESTO, POLIGAMIA e ZOOFILIA...

A decisão do CNJ é inconstitucional e quebra uns dos fundamentos de uma sociedade civilizada. O conceito de casamento fora das bases sólidas HOMEM com uma MULHER, permitirá e oficializará a PEDOFILIA (Intimidade Inter-geracional), INCESTO, POLIGAMIA e ZOOFILIA...

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terça-feira, 14 de maio de 2013

O direito inalienável da necessidade de um PAI e de uma MÃE. Uma ameaça aos direitos das crianças - Entenda porque a adoção por pares homossexuais é um risco ao desenvolvimento das crianças.

O direito inalienável da necessidade de um PAI e de uma MÃE. Uma ameaça aos direitos das crianças - Entenda porque a adoção por pares homossexuais é um risco ao desenvolvimento das crianças.

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Vergonha: Brasil vai contratar 6 mil agentes cubanos para pregar para brasileiros pobres

Vergonha: Brasil vai contratar 6 mil agentes cubanos para pregar para brasileiros pobres

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O gol contra do Estatuto do Nascituro. Conheça os deputados esquerdistas inimigos da VIDA.

O gol contra do Estatuto do Nascituro. Conheça os deputados esquerdistas inimigos da VIDA.

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Chuva de dinheiro para os ativistas gays de São Paulo. A prefeitura petista sob Fernando Haddad vai dar R$ 1,6 milhão para o evento, o dobro do que o PSDB deu no ano passado.

Chuva de dinheiro para os ativistas gays de São Paulo. A prefeitura petista sob Fernando Haddad vai dar R$ 1,6 milhão para o evento, o dobro do que o PSDB deu no ano passado.

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Dra. Rebecca Oas - Exportações Tóxicas: Harvey Karman, Federação Internacional de Planejamento Familiar e a Exploração de Vítimas de Estupro

Dra. Rebecca Oas - Exportações Tóxicas: Harvey Karman, Federação Internacional de Planejamento Familiar e a Exploração de Vítimas de Estupro

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Calados pela diversidade - Dr. Fábio Blanco

Calados pela diversidade - Dr. Fábio Blanco

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sábado, 11 de maio de 2013

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental (O modelo de mente esquerdista / Competência em uma sociedade livre / Por que a mente esquerdista é uma patologia? / Os cinco déficits principais do esquerdista / Uma cura para o esquerdismo?)

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental (O modelo de mente esquerdista / Competência em uma sociedade livre / Por que a mente esquerdista é uma patologia? / Os cinco déficits principais do esquerdista /  Uma cura para o esquerdismo?)

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domingo, 5 de maio de 2013

Introdução ao De Incarnatione Verbi Dei, de Santo Atanásio (ou: Sobre Livros Antigos) por C. S. Lewis

Introdução ao De Incarnatione Verbi Dei, de Santo Atanásio (ou: Sobre Livros Antigos) 
      
livrosHá uma ideia estranha por aí segundo a qual os livros antigos devem ser lidos apenas por profissionais, e o leitor amador deve contentar-se com os livros modernos. Assim, como professor de Literatura Inglesa, tenho constatado que a última coisa que o estudante médio pensa em fazer é pegar uma tradução de Platão na estante da biblioteca e ler O Banquete. Ele, ao contrário, tende a ler algum enfadonho livro moderno dez vezes, apresentando-lhe tudo sobre os “ismos” e influências de Platão e apenas uma vez a cada vinte páginas contando-lhe o que Platão de fato disse. Trata-se de um erro compreensível, pois surge da humildade. O estudante está meio temeroso de encontrar-se com um grande filósofo cara a cara. Sente-se incapaz e acha que não o compreenderá. Mas se apenas soubesse que o grande homem, justamente por sua grandeza, é muito mais inteligível que seu comentador moderno... O estudante mais simples seria capaz de compreender, se não tudo, ao menos a maior parte do que Platão disse. Mas dificilmente se é capaz de compreender alguns dos livros modernos sobre platonismo. Sempre foi um dos meus principais esforços como professor convencer o jovem não só de que o conhecimento de primeira mão vale mais a pena que o de segunda, mas que é geralmente muito mais fácil e mais prazeroso de adquirir. (grifo deste bloguer - Prof. Luis Cavalcante)

Essa preferência equivocada pelos livros modernos e essa timidez diante dos antigos em nenhuma área é mais gritante que na teologia. Sempre que se encontra um pequeno grupo de estudos de cristãos leigos, pode-se ter quase certeza de que não estão estudando São Lucas, São Paulo, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Hooker ou Butler, mas Berdyaev, Maritain, Niebuhr, Dorothy Sayers ou até eu mesmo.

Ora, isso me parece estar do avesso. Naturalmente, uma vez que sou escritor, não desejo que o leitor comum deixe de ler os livros modernos. Mas se ele tem de ler apenas os novos ou apenas os velhos, eu recomendaria que lesse os velhos. E lhes daria este conselho exatamente porque se trata de um amador e, portanto, está muito menos protegido do que o especialista contra os perigos de uma dieta exclusivamente contemporânea. Um livro novo ainda está à prova, e o amador não está em condições de julgá-lo. A obra terá de ser testada frente ao grande corpo do pensamento cristão ao longo das eras, e todas as suas implicações ocultas (muitas vezes insuspeitadas pelo autor) têm de ser trazidas à luz. Geralmente não pode ser plenamente compreendida sem o conhecimento de um bom número de outros livros modernos. Se chegar às 11h a uma conversa que começou às 8h, você não verá o peso real do que é dito. Dados que lhe parecerão bastante comuns despertarão risos ou irritação e você não saberá por que – a razão, claro, é que os estágios anteriores da conversa lhes deram um significado especial. Do mesmo modo, sentenças num livro moderno que parecem ordinárias podem dirigir-se a algum outro livro; dessa forma, pode-se ser levado a aceitar o que teria sido rejeitado com indignação se se soubesse seu real significado. A única segurança é ter um padrão de cristianismo simples, central (o mero cristianismo, como Baxter o chamou), que coloque as controvérsias do momento em sua própria perspectiva. Tal padrão somente pode ser adquirido nos livros antigos. É uma boa regra, depois de ler um livro novo, nunca se permitir um outro livro novo até que tenha lido um velho entre eles. Se isso parece exagerado para você, deveria pelo menos ler um livro velho a cada três novos.

Todas as eras têm sua própria perspectiva. São especialmente boas para enxergar certas verdades e especialmente suscetíveis a cometer certos equívocos. Todos nós, portanto, precisamos dos livros que corrigirão os erros característicos de nossa própria época. E isso quer dizer os livros antigos. Todos os escritores contemporâneos compartilham, em alguma medida, a perspectiva contemporânea – mesmo aqueles, como eu mesmo, que parecem opor-se a elas. Nada me choca mais quando leio as controvérsias de eras passadas do que o fato de que ambos os lados geralmente pressupõem, sem questionar, uma porção de coisas que hoje nós negaríamos completamente. Eles pensavam que estavam de lados completamente opostos, mas na verdade estavam o tempo todo secretamente unidos – unidos um ao outro e contra as eras anteriores e posteriores – por um grande volume de pressupostos. Podemos ter certeza de que a cegueira característica do século XX – a cegueira da qual a posteridade nos perguntará “Mas como eles podiam ter pensado isso?” – se encontra onde nunca desconfiamos, e diz respeito a algo em que há claro acordo entre Hitler e o presidente Roosevelt ou entre o Sr. H. G. Wells e Karl Barth. Nenhum de nós pode escapar completamente desta cegueira, mas podemos aumentá-la ou baixar nossa guarda diante dela, se lermos apenas livros modernos.

Naquilo em que estão certos, tais livros nos dão verdades que já sabíamos parcialmente. No que estão errados, eles agravam perigosamente o erro de que já padecemos. O único paliativo é manter soprando em nossas mentes a limpa brisa dos séculos, e isso só pode ser feito pela leitura dos livros velhos. Claro, não há nada de mágico no passado. As pessoas não eram mais espertas do que são hoje; elas cometiam tantos equívocos quanto nós. Mas não os mesmos equívocos. Elas não se gloriam nos erros que estamos cometendo; e seus próprios erros, sendo agora visíveis e palpáveis, não nos ameaçarão. Duas cabeças são melhores do que uma não porque uma delas é infalível, mas porque é improvável que ambas errem na mesma direção. Aliás, os livros do futuro seriam tão bons corretivos quanto os livros do passado, mas infelizmente não podemos ter acesso a eles.

Nlewislendoo meu caso, fui conduzido à leitura dos clássicos cristãos quase que por acidente, em consequência de meus estudos de língua inglesa. Alguns, como Hooker, Herbert, Traherne, Taylor e Bunyan, eu li porque são grandes escritores de língua inglesa; outros, como Boécio, Santo Agostinho, Tomás de Aquino e Dante, porque eram “influências”. George Macdonald eu encontrei por conta própria, aos 16 anos, e nunca oscilei em meu devotamento, embora tenha tentado por bastante tempo ignorar seu cristianismo. Eles são, você perceberá, um saco de gatos, representantes de muitas igrejas, ambientes e épocas. E isso me dá outra razão para lê-los. As divisões da cristandade são inegáveis e são expressas por alguns desses autores da maneira mais virulenta. Mas se algum homem é tentado a pensar – como pode ter sido tentado alguém que lê apenas os contemporâneos – que o “cristianismo” é uma palavra de tantos significados que acaba por não significar nada, pode-se aprender, para além de toda dúvida, ao afastar-se de seu próprio século, que este não é o caso. Avaliado em contraste com as eras passadas, o “cristianismo puro e simples” não se torna nenhuma insípida transparência interdenominacional, mas algo positivo, autoconsistente e inesgotável. E sei disso por experiência própria. No tempo em que ainda repudiava o cristianismo, aprendi a reconhecer, como a algum aroma familiar, que me deparava com algo praticamente invariável ora no puritano Bunyan, ora no anglicano Hooker, ora no tomista Dante. Estava lá em Francisco de Sales; estava lá (grave e rústico) em Spenser e Walton; estava lá (austero mas corajoso) em Pascal e Johnson; estava lá, mais uma vez, com um sabor brando, assustador e paradisíaco em Vaughan, Boehme e Traherne. Na sobriedade urbana do século XVIII não se estava a salvo – [William] Law e Butler eram dois leões à solta. O suposto “paganismo” dos elisabetanos não o excluiu; estava à espreita onde um homem pudesse imaginar-se seguro, bem no centro do The Faerie Queene e na Arcadia. Era, claro, variado; e, mesmo assim, apesar de tudo, tão inconfundivelmente o mesmo; reconhecível, não para ser evitado, o odor que para nós é de morte até que permitamos que se torne vida:

an air that kills
From yon far country blows.

[Um ar que mata
sopra daquela terra distante]
Todos nos afligimos, e também nos envergonhamos, das divisões da cristandade. Mas aqueles que sempre viveram no aprisco cristão podem ser muito facilmente desanimados por elas. Elas são ruins, mas essas pessoas não sabem como elas são desde fora. Vistas exteriormente, o que fica intacto, a despeito de todas as divisões, ainda se mostra (como realmente é) uma unidade incrivelmente formidável. Eu sei porque vi; e, bem, nossos inimigos sabem disso. Qualquer um de nós pode encontrar essa unidade afastando-se de sua própria época. Não é suficiente, mas é mais do que se tinha pensado até então. Uma vez que se está imerso nela, se você se arriscar falar, terá uma experiência divertida. Pensarão que você é um papista quando na verdade está reproduzindo as palavras de Bunyan; um panteísta, quando cita Tomás de Aquino; e assim por diante. Pois agora você chegou ao viaduto de alto nível que cruza as eras e que parece tão alto dos vales, tão baixo das montanhas, tão estreitos em comparação com os pântanos e tão largos em comparação com as trilhas de ovelhas.

O presente livro é meio experimental. A tradução pretende dirigir-se ao mundo em geral, não apenas aos estudantes de teologia. Se for bem sucedida, outras traduções de outros grandes livros cristãos presumivelmente se seguirão. Em certo sentido, é claro, não é a primeira neste campo. Traduções da Theologia Germanica, Imitação, A Escala da Perfeição e as Revelações de Júlia de Norwich já estão no mercado, e são preciosas, embora em parte não muito eruditas. Mas perceber-se-á que esses são livros de devoção e não de doutrina. Agora, o leigo ou amador precisa ser instruído tanto quanto precisa ser exortado. Em nossa época, sua necessidade de conhecimento é particularmente urgente. Tampouco eu admitiria qualquer divisão rígida entre os dois tipos de livro. De minha parte, tendo a achar os livros de doutrina muito mais úteis na devoção do que os livros devocionais e, aliás, suspeito que muitos outros tenham a mesma experiência. Acredito que muitos que acham que “nada acontece” quando eles sentam ou se ajoelham com um livro devocional, achariam que o coração canta espontaneamente enquanto estão trilhando o caminho árduo da teologia com um cachimbo na boca e um lápis na mão.

Trata-se de uma excelente tradução de um grande livro. Santo Atanásio carecia de estima popular por causa de certa sentença do “Credo Atanasiano”. Não vou insistir no fato de que aquela obra não é exatamente um credo e não o era para Atanásio, pois acho que é um belo escrito. As palavras “Quem quer que não a conservar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá eternamente” são a ofensa. Geralmente são mal compreendidas. A palavra operante aqui é “conservar”; não adquirir, nem mesmo crer, mas conservar. O autor, na verdade, não está falando de descrentes, mas de desertores; não daqueles que nunca ouviram de Cristo, nem mesmo daqueles que não o compreenderam e recusaram-se a aceitá-lo, mas daqueles que, tendo realmente o compreendido e nele crido, mais tarde se permitem, por influência da preguiça ou da moda ou de qualquer outra coisa, convidar a confusão a se desenvolver num dos modos de pensamento subcristão. São uma advertência contra a curiosa presunção moderna de que todas as mudanças de crença, embora provocadas, são necessariamente isentas de culpa. Mas esta não é minha preocupação imediata. Mencionei o “credo de Santo Atanásio”, como geralmente é chamado, apenas para afastar do caminho do leitor um fantasma e situar o verdadeiro Atanásio em seu lugar. Seu epitáfio é “Athanasius contra mundum”. Atanásio contra o mundo. Orgulhamo-nos de que nosso país ergueu-se mais de uma vez contra o mundo. Atanásio fez o mesmo. Ele ergueu-se pela doutrina trinitária, “íntegra e inviolada”, quando parecia que todo o mundo civilizado estava regredindo do Cristianismo para a religião de Ário – para uma daquelas religiões sintéticas “sensíveis” que são tão intensamente recomendadas hoje e que, tanto naquela época quanto hoje, incluía entre seus devotos muitos clérigos bastante cultos. A sua glória é não ter mudado com o tempo; e sua recompensa é que hoje ainda permanece quando aquele tempo, como todos os tempos, já passou. (grifo deste blogueiro - Prof. Luis Cavalcante)

Quando abri pela primeira vez seu De incarnatione, logo descobri com uma simples amostra que estava lendo uma obra-prima. Sabia bem pouco grego cristão, com exceção daquele do Novo Testamento, e eu tinha dificuldades previsíveis. Para minha surpresa, constatei que era quase tão fácil quanto Xenofonte; e somente a mente de um mestre poderia, no século IV, ter escrito tão profundamente sobre tal assunto com simplicidade clássica. A cada página que lia, essa impressão se confirmava. Sua abordagem dos milagres é muito necessária hoje, pois é a resposta final àqueles que objetam-lhes que são “arbitrárias e despropositadas violações das leis da natureza”. Aqui eles são mostrados como o recontar, com maiúsculas, da mesma mensagem que a Natureza escreve com sua obscura letra cursiva; as mesmas ações que se esperaria Daquele que era tão cheio de vida que, quando desejou morrer, teve de “tomar emprestada a morte de outros”. O livro inteiro, de fato, é um retrato da Árvore da Vida – um livro dourado e vigoroso, cheio de esperança e segurança; não podemos, admito, nos apropriar totalmente desta confiança hoje. Não podemos apontar para a elevada virtude da vida cristã e a alegre, quase zombeteira coragem do martírio cristão, como uma prova de nossas doutrinas com exatamente a mesma segurança que Atanásio as tomava como consequência natural. Mas quem quer que seja o culpado por isso, este não é Atanásio.
 
O tradutor conhece o grego cristão muito mais que eu, de maneira que seria inadequado a mim elogiar a sua versão. Mas parece estar na tradição correta da tradução inglesa. Não acho que o leitor encontrará aqui nada daquele aspecto empoeirado que é tão comum nas versões modernas de línguas antigas. Que está vertido em língua inglesa o leitor há de notar; aqueles que compararem a versão com o original serão capazes de estimar quanto apuro e talento está pressuposto em cada escolha, por exemplo, como “estes pedantes” logo na primeira página.



Publicado no blog
Esboços, rascunhos e ensaios.

Tradução:  William C. Cruz


Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14100-introducao-ao-de-incarnatione-de-santo-atanasio-ou-sobre-livros-antigos.html



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PEDAGOGIA DO CRIME - (desenvolvido por professores e pensadores marxistas)

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Marxismo: a máquina assassina por R. J. Rummel (professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, ...)

Marxismo: a máquina assassina por R. J. Rummel (professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, é o mais aclamado especialista mundial em democídio, termo que ele cunhou para se referir a assassinatos cometidos por governos.  Escreveu o livro Death by Government, leitura obrigatória para qualquer pessoa que queira se inteirar das atrocidades cometidas por governos.  Ao todo, Rummel já publicou 29 livros e recebeu numerosas condecorações por sua pesquisa.)

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O mergulho no daime dos economistas do PT (...os economistas destas correntes mergulham na mais profunda maconha, ou, para serem ainda mais petistas, no chá do santo daime.)

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Odioso preconceito - (“A mais odiosa forma de preconceito moral está na historiografia que condena em voz alta os crimes e perseguições de um lado, e esconde ou defende os do outro.”)

Odioso preconceito - (“A mais odiosa forma de preconceito moral está na historiografia que condena em voz alta os crimes e perseguições de um lado, e esconde ou defende os do outro.”)

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