quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Relativismo na academia reduz sexo a “gênero”


Reproduzimos do ”Blog do Orlando Tambosi” matéria que constitui um aspecto da grande Revolução Cultural na qual estamos inseridos. Revolução esta que visa debilitar os alicerces de nossas convicções mediante mecanismos silenciosos, como a descrita na matéria abaixo, produzindo uma mudança de mentalidade oposta ao da civilização cristã.
***
A praga relativista que infesta as universidades inoculou em quase todas as áreas os tais “estudos de gênero”. Surgida no final dos anos 80, a coisa migrou da crítica literária e da antropologia para outros setores, sempre sob a bandeira do feminismo – uma “nova ideologia”, segundo o cientista político britânico Andrew Heywood.
Em poucas palavras, essa ideologia acabou substituindo o termo “sexo” pelo de “gênero”. Ora, gênero é apenas um termo gramatical aplicado a palavras, e não a seres vivos. Em alemão, por exemplo, o gênero gramatical de menina é neutro, mas o sexo é feminino. Não me canso de perguntar: com tal subterfúgio, pretenderiam os cultivadores dessa moda acadêmica “pós-moderna” reduzir a cultural uma diferença que é biológica?
A propósito, o livro de Heywood foi publicado pela Editora Ática em 2010: Ideologias políticas – do feminismo ao multiculturalismo. Trata-se de um bom panorama do tema.

Fonte: http://ipco.org.br/home/noticias/relativismo-na-academia-reduz-sexo-a-genero


Divulgação:



Nenhum comentário:

Postar um comentário