A federal lawsuit filed on Tuesday accuses Corpus Christi, Texas of discriminating against female applicants to the city's police department by requiring them to pass a physical test that favored men.
Opoliticamente correcto — ou marxismo cultural; vai dar no mesmo — é um fenómeno social muitíssimo complicado desde logo porque defende critérios igualitaristas de justiça que são, em si mesmos, injustos.
Vejam o caso de um departamento da polícia do estado do Texas, nos Estados Unidos, estar agora a ser sujeito a um processo judicial movido pelo governo federal [de Obama], devido ao facto de oferecer a todos os candidatos [homens e mulheres] à força policial, o mesmo teste físico preliminar.
Do tal teste físico necessário para ingressar na polícia, e que é igual para homens e mulheres, só passaram 63% dos homens e 19% das mulheres.
Mas o governo de Obama pretende que às 81% das mulheres que não passaram no teste sejam oferecidas compensações pecuniárias retroactivas em função do tempo em que ficaram desempregas, para além de lhes ser atribuído o tempo de serviço que elas não tiveram entretanto e por terem sido reprovadas.
Porém, em relação aos 37% dos homens que também não passaram nos mesmos testes físicos, o governo de Obama diz, de uma forma implícita, que eles não merecem o mesmo tratamento das mulheres que reprovaram no teste e, portanto, não têm os mesmos direitos.
Vemos aqui, por parte do marxismo cultural de Barack Hussein Obama, um duplo enviesamento do conceito de igualdade e de justiça.
Em primeiro lugar, a política de Obama considera que os testes físicos iguais para os dois sexos não são justos — tendo em conta a função específica do profissional de polícia.
E em segundo lugar, o governo de Obama pretende ressarcir as mulheres que reprovaram no referido teste físico, mas sem que iguais direitos sejam extensíveis aos homens nas mesmas condição e situação das mulheres reprovadas. E tudo isto é feito em nome de uma putativa igualdade entre os dois sexos.
Portanto, o objectivo do politicamente correcto não é, nem nunca foi, a igualdade entre os dois sexos: pelo contrário, o seu objectivo é a desigualdade entre eles que se traduz pela inferiorização do estatuto do homem — o que leva a que a sociedade seja destruída por dentro e naquilo que tem de mais basilar: a família. E através da destruição da família nuclear e natural, o marxismo cultural vai construindo paulatinamente uma nova versão do velho marxismo-leninismo.