sexta-feira, 27 de julho de 2012

A patologia darwinista - James Holmes — o assassino e psicopata que matou 12 pessoas e feriu mais de 50

A patologia darwinista
by O. Braga 


Você sabia que James Holmes — o assassino e psicopata que matou 12 pessoas e feriu mais de 50 em um teatro da cidade de Aurora, Colorado, Estados Unidos — estava a tirar o doutoramento em neurociência ?
A neurociência é a disciplina científica que reivindica para si mesma a "explicação final" da essência do Homem depois de milénios de mistérios, de superstições religiosas e de interrogações filosóficas. James Holmes era um darwinista religioso.

O. Braga | Sexta-feira, 27 Julho 2012 at 9:26 am | Tags: Cientismo, naturalismo | Categorias: ética, Ciência, cultura, Darwinismo | URL: http://wp.me/p2jQx-cyr


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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Cientistas precisam saber escrever, afirma editor

Cientistas precisam saber escrever, afirma editor

04/07/2012

Por Fabio Reynol, de Palmas (TO)*

Agência FAPESP – O Brasil deixa de publicar muitos trabalhos científicos de alta qualidade em revistas de grande impacto simplesmente por não redigir adequadamente. A afirmação foi feita por Carl Webster, do Centro de Pesquisa em Aquicultura da Universidade do Estado do Kentucky, Estados Unidos, no 5º Congresso da Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática (Aquaciência 2012), realizado em Palmas (TO) de 1º a 5 de julho.

Webster, que ministrou um curso sobre redação de artigos científicos durante o evento, é o editor responsável pela World Aquaculture Magazine, revista da Sociedade Mundial de Aquicultura (WAS, na sigla em inglês).

O primeiro passo, segundo Webster, é selecionar o assunto a ser tratado de acordo com a publicação. “Dizer que a amônia apresenta toxicidade para o pirarucu, por exemplo, não é novidade alguma, mas se você fizer um artigo sobre a fisiologia ou histologia relacionada ao assunto, o interesse será grande”, disse.
Segundo Webster, saber dividir uma pesquisa em partes que possam interessar a diferentes periódicos científicos e relacioná-las entre elas é um dos atributos mais valorizados pelos revisores.

O organizador do curso, José Eurico Possebon Cyrino, professor associado do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), concorda. Em vez de focar os artigos em espécies exclusivas do Brasil, Cyrino recomenda selecionar detalhes da pesquisa que sejam comuns a outros peixes, o que pode fazer toda a diferença durante uma seleção para publicação.

Cyrino, que coordena atualmente três projetos apoiados pela FAPESP na modalidade Auxilio à Pesquisa – Regular, após ter concluído diversos outros, é o responsável pela publicação dos anais do Aquaciência e aponta para uma deficiência na formação do pesquisador em todo o país, a redação científica.
“É preciso mostrar aos graduandos e pós-graduandos a importância de se escrever bem um artigo científico, sob o risco de o trabalho não ter a repercussão que merece”, alertou Cyrino ao ministrar o curso que dividiu com Webster.

Webster, por sua vez, ressaltou a alta qualidade da pesquisa brasileira em aquicultura, apesar das dificuldades na escrita. “O Brasil faz um ótimo trabalho de investigação na área, e poderia publicar muito mais”, afirmou.

A despeito das dificuldades dos brasileiros, a qualidade de um trabalho pode suplantar as barreiras linguísticas, de acordo com ele. “Não descarto um artigo potencialmente bom por estar mal escrito, todavia um paper bem escrito faz muita diferença na hora da escolha”, disse.

Webster aconselha aos que dominam pouco o inglês a sempre submeter o artigo a um colega fluente antes de enviá-lo a uma revista. Adaptar o artigo a cada publicação é outra dica. Por esse motivo, não é aconselhável enviar para uma revista um artigo originalmente escrito para outra. Cada uma possui peculiaridades e objetivos que precisam ser observados.

Pelo mesmo motivo, o cientista aconselha a leitura atenta das normas de cada publicação. “Muitos trabalhos são rejeitados por não observar regras básicas estabelecidas pelos editores”, apontou.

Sem tradutor automático

Segundo Webster, na hora de escolher a publicação é importante verificar o fator de impacto, que é o indicador de citações que o veículo teve durante o período de dois anos. Publicar em revistas de reputação ruim pode afetar negativamente o trabalho.

No entanto, o fator de impacto não é tudo, pois é necessário ver se o trabalho é adaptado àquela revista. “Um fator de impacto alto provoca em vários países uma avalanche de trabalhos submetidos à revista e muitos deles não têm muito a ver com a proposta da publicação”, pontuou.

Webster alertou para a necessidade de sempre restringir cada artigo a um único tema central. “Uma pesquisa pode apresentar inúmeros experimentos, contanto que tenha um único foco”, aconselhou. Por outro lado, quanto aos parâmetros é preferível que sejam abundantes e componham um banco de dados que apoiem a pesquisa.

Cyrino propôs aos participantes a aquisição de bons dicionários em inglês, de preferência ilustrados. Desse modo, fica mais fácil encontrar partes anatômicas dos animais, por exemplo. O professor da USP apresentou uma extensa lista de livros de apoio voltados à escrita científica.

Entre suas dicas finais, Cyrino desaconselhou o uso de tradutores automáticos encontrados na internet e chamou a atenção para um equívoco comum em submissões internacionais, a titulação de doutorado.
“Se você não fez doutorado nos Estados Unidos ou no Reino Unido, não escreva a sigla PhD em sua titulação, mas doutor em ciência”, recomendou. Segundo Cyrino, o título PhD pressupõe fluência na redação científica na língua inglesa e, caso o autor não apresente essa habilidade no texto, ele frustrará bastante o avaliador.

 * Fábio Reynol é assessor de comunicação da Embrapa Pesca e Aquicultura


Fonte: http://agencia.fapesp.br/15832


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terça-feira, 24 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Então, se "a Psicologia não é ciência"... o Darwinismo é o que???

Então, se "a Psicologia não é ciência"... o Darwinismo é o que???
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EXTRA! EXTRA! Dois paradigmas sobre o fato, Fato, FATO da evolução jogados na lata de lixo da História da Ciência

EXTRA! EXTRA! Dois paradigmas sobre o fato, Fato, FATO da evolução jogados na lata de lixo da História da Ciência
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Jacques Monod 'falou e disse' errado: o que vale para uma bactéria não vale para um elefante e muito menos para outra cepa de bactéria

 

Jacques Monod 'falou e disse' errado: o que vale para uma bactéria não vale para um elefante e muito menos para outra cepa de bactéria
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Darwin, o último pilar do naturalismo, não está se sentindo muito bem...

Darwin, o último pilar do naturalismo, não está se sentindo muito bem...
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Jacques Monod 'falou e disse' errado: o que vale para uma bactéria não vale para um elefante e muito menos para outra cepa de bactéria

Jacques Monod 'falou e disse' errado: o que vale para uma bactéria não vale para um elefante e muito menos para outra cepa de bactéria
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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Caíram as máscaras do PSOL e do deputado gay Jean Wyllys - O Partido Socialista e Deputado Gay Socialista são defensores da "Pedofilia Consentida" (!?) - qual a diferença, se existe, entre a liberação da pedofilia e a "liberdade de a criança dispor do seu próprio corpo", que o senhor defende?


Caíram as máscaras do PSOL e do deputado gay Jean Wyllys - O Partido Socialista e Deputado Gay Socialista são defensores da "Pedofilia Consentida" (!?) -  qual a diferença, se existe, entre a liberação da pedofilia e a "liberdade de a criança dispor do seu próprio corpo", que o senhor defende? 
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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Solene inauguração dos cursos do Instituto Europeu de Ciências Sociais (de inspiração cristã)


Solene inauguração dos cursos do Instituto Europeu de Ciências Sociais (de inspiração cristã)



Nelson R. Fragelli
A Federação Pro Europa Cristã coordena esforços de várias associações europeias em prol da salvaguarda dos princípios cristãos na Europa. Sua atuação pública desenvolve-se particularmente em Bruxelas, onde ela mantém junto a membros do Parlamento Europeu um serviço de informação e documentação, além de ativa cooperação pelo reconhecimento institucional dos princípios morais e sociais de inspiração cristã.
Dentro de suas atribuições, a Federaçãoestabelece relações e organiza intercâmbios com associações afins de outros continentes que buscam análogas finalidades. Entre esses objetivos está a formação de jovens.
Com essa finalidade, em 2011 foi fundado na “Villa La Clairière”, sede francesa da Federação,localizada em Creutzwald, na região da Mosela, oInstituto Europeu de Ciências Sociais (IESS em francês). O Instituto já vem promovendo cursos de formação e ensino em diversos campos: cultural, artístico, histórico, jurídico, sociológico, filosófico e mais especificamente ciências humanas e sociais.
“La Clairière” dispõe de ambiente propício aos estudos e à reflexão. Localizada à orla de uma floresta histórica, a casa foi construída há pouco mais de um século para ser a residência do diretor das minas de carvão circunvizinhas. Suas salas de aula e acomodações criam condições favoráveis ao estudo. O silêncio e a distância da agitação das cidades modernas favorecem a reflexão. As minas cessaram todo funcionamento há décadas. A casa do diretor foi abandonada. Quando a Federação a comprou, em 2003, seu estado era desolador. E a pequena cidade de Creutzwald, que lamentava a transformação em ruína de uma casa outrora imponente, alegrou-se com sua renovação. Desde então, em boa parte, acorre satisfeita às conferências, reuniões e visitações, promovidas pela Federação nesse local.

* * *

Se os enzimas quebram a lei divina de Darwin, então estamos já perto do fim do mundo!


Se os enzimas quebram a lei divina de Darwin, então estamos já perto do fim do mundo! 
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domingo, 8 de julho de 2012

O critério de igualdade entre os sexos, segundo o politicamente correcto


O critério de igualdade entre os sexos, segundo o politicamente correcto


by O. Braga

A federal lawsuit filed on Tuesday accuses Corpus Christi, Texas of discriminating against female applicants to the city's police department by requiring them to pass a physical test that favored men.
Opoliticamente correcto — ou marxismo cultural; vai dar no mesmo — é um fenómeno social muitíssimo complicado desde logo porque defende critérios igualitaristas de justiça que são, em si mesmos, injustos.
Vejam o caso de um departamento da polícia do estado do Texas, nos Estados Unidos, estar agora a ser sujeito a um processo judicial movido pelo governo federal [de Obama], devido ao facto de oferecer a todos os candidatos [homens e mulheres] à força policial, o mesmo teste físico preliminar.
Do tal teste físico necessário para ingressar na polícia, e que é igual para homens e mulheres, só passaram 63% dos homens e 19% das mulheres.
Mas o governo de Obama pretende que às 81% das mulheres que não passaram no teste sejam oferecidas compensações pecuniárias retroactivas em função do tempo em que ficaram desempregas, para além de lhes ser atribuído o tempo de serviço que elas não tiveram entretanto e por terem sido reprovadas.
Porém, em relação aos 37% dos homens que também não passaram nos mesmos testes físicos, o governo de Obama diz, de uma forma implícita, que eles não merecem o mesmo tratamento das mulheres que reprovaram no teste e, portanto, não têm os mesmos direitos.
Vemos aqui, por parte do marxismo cultural de Barack Hussein Obama, um duplo enviesamento do conceito de igualdade e de justiça.
Em primeiro lugar, a política de Obama considera que os testes físicos iguais para os dois sexos não são justos — tendo em conta a função específica do profissional de polícia.
E em segundo lugar, o governo de Obama pretende ressarcir as mulheres que reprovaram no referido teste físico, mas sem que iguais direitos sejam extensíveis aos homens nas mesmas condição e situação das mulheres reprovadas. E tudo isto é feito em nome de uma putativa igualdade entre os dois sexos.
Portanto, o objectivo do politicamente correcto não é, nem nunca foi, a igualdade entre os dois sexos: pelo contrário, o seu objectivo é a desigualdade entre eles que se traduz pela inferiorização do estatuto do homem — o que leva a que a sociedade seja destruída por dentro e naquilo que tem de mais basilar: a família. E através da destruição da família nuclear e natural, o marxismo cultural vai construindo paulatinamente uma nova versão do velho marxismo-leninismo.
O. Braga | Domingo, 8 Julho 2012 at 5:33 am | Tags: marxismo cultural | Categorias:feminismoGeralPolíticapoliticamente correcto | URL: http://wp.me/p2jQx-chw

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Outra olhada na mais recente bordoada na Árvore da Vida Darwin – e o homem que deu a bordoada


Outra olhada na mais recente bordoada na Árvore da Vida Darwin – e o homem que deu a bordoada


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Bosão de Higgs ou gozão de Higgs? Sem provas experimentais, o cientismo entrou em masturbação mental.



Bosão de Higgs ou gozão de Higgs?

by O. Braga

Se a pegada encontrada pela ciência é referente à partícula de Higgs, ou seja, referente à tal partícula que é a “argamassa” das outras partículas e, por isso, é a “argamassa” da matéria — então qual é a “argamassa” da partícula de Higgs?
A ciência positivista anunciou que descobriu a pegada do gozão de Higgs, e os cientificistas da nossa praça — por exemplo, o blogue Rerum Natura — anunciaram que "depois de 200 mil anos a lidar com impostores, o Criador foi denunciado e exposto". Aleluia!
Em primeiro lugar, será que a potência do supercollider utilizado no CERN é a necessária para “encontrar” o bosão de Higgs? Segundo a teoria [de campo unificada], a colisão necessária para encontrar o putativo bosão deveria ocorrer sob uma potência de 40 Tev (40 triliões de electrão-volt, sendo que “triliões” é segundo a numeração americana), embora a teoria não defina a massa da partícula de Higgs (?). Confuso? Nem por isso: é uma questão de culinária: juntam-se os ingredientes adequados para fazer o bolo certo, e depois dizes que o bolo já existia, tal e qual, na natureza.
Do que estamos aqui a falar é, verosimilhantemente, de mais uma fraude cientificista para sacar dinheiro aos crentes do cientismo, e obrigar os não-crentes da religião cientificista a calar a boca, pagar e não bufar. Eu não tenho nada contra o financiamento da pesquisa científica, mas em projectos sérios. Se repararem, a ciência do princípio do século XX começou por fazer investigação que salvava vidas humanas, e hoje dedica-se a desenvolver artigos de luxo ou a descobrir a velocidade dos neutrinos ou desvelar a pegada do bosão de Higgs.
Em segundo lugar: mesmo que a pegada encontrada corresponda àquilo que deveria ser o bosão de Higgs — ou “sector de Higgs” — conforme "profetizado" pelo próprio Higgs, a pegada encontrada agora explicaria as partículas elementares mas (1) não pode predizer ou prever as suas propriedades; (2) não explica [estamos aqui a falar de “explicação causal”, e não de “explicação ontológica” que a ciência nunca, jamais e por definição e por sua própria natureza, será capaz de dar], dizia eu que não explica as relações entre as forças fundamentais [a força quântica e a força da gravidade], e(3) e exclui dela o conceito de gravidade.
A ideia egundo a qual a descoberta da tal pegada, que será eventualmente o bosão de Higgs, definiu um modelo de previsões científicas, é falsa; na realidade, têm sido apresentados vários modelos que parecem todos bons, mas que não podem ser provados.
Entre os vários modelos quânticos apresentados, existem dois, digamos assim, preferidos: o modelo chamado de “standard” [Murray Gell-Mann, década de 1970], e o modelo tradicional da relatividade e espaço-tempo. Mas estes dois modelos são incompatíveis entre si. Em função dessa incompatibilidade, o cientismo criou vários modelos complicadíssimos de forma artificial — tipo “geometria pura”, de Lobachevsky e de Bolyai, ou de Riemann —, e seguindo o preceito de Feyerabend segundo o qual “vale tudo” em ciência.
Sem provas experimentais, o cientismo entrou em masturbação mental.
A ciência está hoje em presença de duas “caixas negras”: a “caixa negra” de Darwin, e a “caixa negra” de Einstein — ou, no último caso, aquilo a que alguns cientistas realistas chamam de “O Grande Deserto”, em que a prova fundamental da verdade poderá estar eventualmente no “outro lado do deserto”, mas nem sequer disto há qualquer garantia.
E, se a pegada encontrada pela ciência é referente à partícula de Higgs, ou seja, referente à tal partícula que é a “argamassa” das outras partículas e, por isso, é a “argamassa” da matéria — então qual é a “argamassa” da partícula de Higgs? A Never Ending story...

O. Braga | Quinta-feira, 5 Julho 2012 at 5:34 am | Tags: boson de HiggsCientismo,Higgsnaturalismopartícula de HiggsRerum Natura | Categorias: culturapoliticamente correctoUt Edita | URL: http://wp.me/p2jQx-cex

« A revolução francesa matou mais gente em apenas um mês e em nome do ateísmo, do que a Inquisição em nome de Deus durante toda a Idade Média e em toda a Europa. » — Pierre Chaunu, historiador.

« A revolução francesa matou mais gente em apenas um mês e em nome do ateísmo, do que a Inquisição em nome de Deus durante toda a Idade Média e em toda a Europa. »
— Pierre Chaunu, historiador.

Quando os ateus e revolucionários nos falam da Inquisição?


Quando os ateus e revolucionários nos falam da Inquisição?


by O. Braga


« A revolução francesa matou mais gente em apenas um mês e em nome do ateísmo, do que a Inquisição em nome de Deus durante toda a Idade Média e em toda a Europa. »
— Pierre Chaunu, historiador.


Os sete princípios fundamentais do distributista com G.K. Chesterton

Os sete princípios fundamentais do distributista com G.K. Chesterton
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terça-feira, 3 de julho de 2012

A Árvore evolutiva falhou, mas os evolucionistas ainda insistem que a evolução é um fato


A Árvore evolutiva falhou, mas os evolucionistas ainda insistem que a evolução é um fato
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Enxergando além de Darwin III: Mary Jane West-Eberhard


Alunos de Biologia desconhecem a argumentação teológica inadequada de Darwin no Origem das Espécies


Alunos de Biologia desconhecem a argumentação teológica inadequada de Darwin no Origem das Espécies


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domingo, 1 de julho de 2012

Second Review: Nicholas Wolterstorff


Second Review: Nicholas Wolterstorff

Sociedade Brasileira de Genética: tarefa para casa - a Árvore da Vida de Darwin é uma miragem ideológica!


Posted: 29 Jun 2012 04:44 AM PDT

Phylogeny: Rewriting evolution

Tiny molecules called microRNAs are tearing apart traditional ideas about the animal family tree.

Elie Dolgin
27 June 2012



Kevin Peterson has kicked many mammals, including the Alaskan Brown Bear, off their traditional perch on the evolutionary tree.
DANA SMITH


Kevin Peterson grabs a pen and starts to scribble an evolutionary tree on the paper tablecloth of a bar in Hanover, New Hampshire.Drawing upside down to make it easier for me to see, he maps out the standard phylogenetic tale for placental mammals. First, Peterson scratches a line leading to elephants, which branched away from the rest of the placentals around 90 million years ago. Then came dogs, followed by primates (including humans) and finally rodents — all within a frenetic 20 million years. This family tree is backed up by reams of genomic and morphological data, and is well accepted by the palaeontological community. Yet, says Peterson, the tree is all wrong.

A molecular palaeobiologist at nearby Dartmouth College, Peterson has been reshaping phylogenetic trees for the past few years, ever since he pioneered a technique that uses short molecules called microRNAs to work out evolutionary branchings. He has now sketched out a radically different diagram for mammals: one that aligns humans more closely with elephants than with rodents.

“I've looked at thousands of microRNA genes, and I can't find a single example that would support the traditional tree,” he says.The technique “just changes everything about our understanding of mammal evolution”.


Peterson didn't set out to rewrite textbooks. A mild-mannered but straight-talking Montanan, Peterson had made a quiet career studying how bilateral body plans originated more than 500 million years ago. He has a particular interest in marine invertebrates and had intended to stick with that relatively obscure branch of the animal tree. But a chance investigation of microRNAs in microscopic creatures called rotifers led him to examine these regulatory molecules in everything from insects to sea urchins. And as he continues to look, he keeps uncovering problems, from the base of the animal tree all the way up to its crown.

That has won him many critics, but also some strong supporters. “Peterson and his colleagues have demonstrated that microRNAs are a powerful tool in determining the relationships of major animal groups,” says Derek Briggs, director of the Yale Peabody Museum of Natural History in New Haven, Connecticut.

Now, together with his colleagues around the world, Peterson is putting it all on the line with mammals. “If we get this wrong, all faith that anyone has in microRNAs [for phylogenetics] will be lost,” says Philip Donoghue, a palaeobiologist at the University of Bristol, UK, who has teamed up with Peterson. And there is more at stake than just the technique. “It could well be the end of all our careers,” he says.

Fossil find

If Peterson does end up switching careers, it won't be the first time. In the early 1990s, he was working the night shift unloading trucks at a freight company in his hometown of Helena, Montana, trying to figure out what to do with his life. He had recently graduated with a pre-medical degree from a local liberal arts college, but he knew he didn't want to become a doctor. Then, rummaging in his parents' barn, he happened on the first fossil he had ever collected, as a four-year-old: a crinoid, or sea lily, about the size of a button. “After I found it, I knew right away that this was what I wanted to do,” he says. “I applied to graduate school the next week.”

He soon enrolled in a PhD programme in the Department of Earth and Space Sciences at the University of California, Los Angeles. There, he teamed up with developmental geneticists Eric Davidson and Andrew Cameron at the California Institute of Technology in Pasadena, and over the course of his graduate and postdoctoral work the three men developed a provocative idea, dubbed the set-aside cell hypothesis 1. They posited that the ancestor of modern-day animals was a larva-like creature containing a group of undifferentiated cells that retained the capacity to give rise to the spectrum of adult body types seen during the Cambrian explosion. The idea subsequently came under fire from the evolutionary and developmental-biology communities.

A few years after moving to Dartmouth in 2000 to start his own lab, Peterson was looking for a way to test the hypothesis when he became intrigued with microRNAs. First discovered in 1993 by Victor Ambros, now at the University of Massachusetts Medical School in Worcester, these short, hairpin-shaped molecules bind to messenger RNAs and stop them from making proteins. A team that included Davidson had shown that a microRNA called let-7 was present in animal lineages that had bilateral body plans but not in simpler organisms such as jellyfish and sponges 2, hinting that microRNAs could hold the secret to morphological complexity.
...

Read more here/Leia mais aqui: Nature

+++++

NOTA DESTE BLOGGER:

Um pequeno artigo desses contrariando o DOGMA darwinista da Árvore da Vida saindo na renomada publicação científica Nature sinaliza o que? Uma revisão profunda nas especulações transformistas de Darwin de ancestralidade comum (descendência com modificação) que é ferreamente defendido pela Nomenklatura científica?

Fui, nem sei por que, rindo da cara da Galera dos meninos e meninas de Darwin que, quando afirmei ser a Árvore da Vida de Darwin uma miragem ideológica, caíram de pau neste blogger na blogosfera. E fui rachando de rir dos signatários do Manifesto da Sociedade Brasileira de Genética sobre Ciência, Criacionismo e Design Inteligente: foram apanhados epistemologicamente de calças nas mãos!!!

Mais uma vez este blogger é vindicado por um cientista evolucionista honesto!

Fonte: http://pos-darwinista.blogspot.com 




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A fé metastática do cientificismo naturalista na cultura popular


A fé metastática do cientificismo naturalista na cultura popular


by O. Braga

«É evidente que por muita capacidade e inteligência que o nosso computador biológico possua, a sua evolução está praticamente estagnada ao passo que a evolução da capacidade e inteligência dos computadores «mecânicos» é exponencial.
Comparando hoje o número de neurónios existente num cérebro humano com o número de transístores de um único processador, vemos que o cérebro tem ainda vinte vezes mais. Mas durante quanto tempo? Décadas? Meia-dúzia de anos? E depois disso?
Em suma, dentro de muito pouco tempo a máquina terá muito mais inteligência e capacidade do que o homem. A produção económica estará toda entregue às máquinas e será o fim do emprego.
Acontece que sem empregos, não haverá salários. Sem salários, não haverá poder de compra. Sem poder de compra, não há vendas. Sem vendas, não há lucro. Sem lucro, não haverá propriedade privada dos meios de produção.»
Este verbete supra reflecte, por um lado, a proliferação do cientismo — daquele tipo a que o blogue Rerum Natura também se dedica e colabora — na mitologia contemporânea e, por outro lado, a falta do ensino obrigatório da filosofia no ensino secundário e mesmo universitário.
A ideia de que a inteligência humana depende necessariamente do número de neurónios é um mito cientificista. Se estivesse para nascer hoje, Albert Einstein teria sido abortado, porque uma ecografia apresentaria uma malformação no lóbulo cerebral esquerdo...! ou seja, Einstein não tinha tantos neurónios disponíveis como se possa pensar...
No que diz respeito à falta da filosofia no ensino, faz falta ler Santo Agostinho e Kant, por exemplo.
Immanuel Kant chamou à atenção para o facto de nós termos sempre de acrescentar um suplemento a todos os nossos pensamentos, independentemente daquilo que estamos a pensar: a frase “eu penso”. Sem a consciência de que “sou eu que penso”, não existe qualquer pensamento que mereça esse nome. Sem a autoconsciência de que a consciência se pensa a si mesma, não é possível qualquer conteúdo dessa consciência.
Um computador, por mais sofisticado que seja, pode percorrer o seu programasem este “eu penso”, mas não pode, por isso, pensar como um ser humano. No “eu penso” do sujeito humano, todos os conteúdos da consciência estão ligados; o eu penso do humano é a condição lógica de qualquer pensamento — constitui o último ponto de referência lógico e o ponto de unidade de todo o conhecimento. Na terminologia de Kant, podemos dizer: o “eu penso” é a condição da possibilidade do pensamento.
Este “eu penso”, segundo Kant, é o “X” da condição humana. Não é possível reconhecer este X porque qualquer acto de pensamento o pressupõe: o X é anterior ao próprio pensamento — e por isso é que nenhum computador tem ou alguma vez terá este X.
Por último, e exactamente porque o cérebro humano dispõe desse “X” inerente à condição humana, é capaz de ultrapassar as limitações impostas pelo teorema de Gödel para os sistemas, mediante a criatividade e a genialidade humanas --- por exemplo, através da criatividade matemática ou das artes, e através da intuição, sendo que esta última é também uma forma de inteligência ---, capacidade essa que um computador nunca terá.
Segundo teorema de Gödel, é impossível demonstrar a não contradição de um sistema (bastante rico) pelos seus próprios meios, ou mediante meios mais fracos. Por exemplo, um computador suficientemente complexo para simular o trabalho cerebral, e submetido a um rigoroso determinismo no que respeita ao seu mecanismo e às permutas com o exterior, não permite calcular, em um tempo t, o que ele (computador) será num tempo t+1 — só o consegue na medida em que a sua determinação, por si só incompleta, estiver submetida à determinação de um outro computador de ordem superior, mas que, nesse caso, também não está de modo nenhum inteiramente determinado por si mesmo; e assim consecutivamente, ad infinitum.
A comparação que o cientismo naturalista faz entre um computador, por um lado, e o cérebro de um ser humano, por outro lado, é uma estupidez de uma grandeza elevada à potência infinita.
Adenda: para quem não sabe, ver o que é a “fé metastática”.

A tolerância universal e o prazer do cilício



A tolerância universal e o prazer do cilício

by O. Braga

“A intolerância aplica-se apenas a princípios, e não a pessoas” — reza o texto.
Este princípio é muito bonito, mas conforme nós todos podemos verificar na nossa sociedade, é um princípio perdedor. E, por outro lado, parece esquecer que Jesus Cristo expulsou os vendilhões do templo — Jesus não só foi intolerante em relação ao princípios dos vendilhões como foi também intolerante em relação aos vendilhões em si mesmos.
Existe hoje uma série de equívocos em relação ao Cristianismo que se propalaram através de uma certa intelectualidade, e que moldaram o espírito do “cristão bonzinho que adora levar no corpo”, ou daquele cristão masoquista que utiliza o cilício em prazer auto-flagelativo.
Por exemplo, Fernando Pessoa dizia que sendo que a revolução francesa levantou a bandeira da “igualdade, fraternidade e liberdade”, foi uma revolução cristã. Ora a única coisa cristã na revolução francesa é a fraternidade, porque na Bíblia não está presente o igualitarismo nem o libertarismo.
Por exemplo, na parábola dos talentos, [Mateus, 25 – 14], Jesus Cristo nega o igualitarismo ao premiar o esforço individual. Portanto, dizer que o Cristianismo é igualitarista é uma estupidez de todo o tamanho. E a própria ordem hierárquica da ética de Jesus Cristo é tudo menos libertária, desde logo porque recomenda a submissão à vontade do Pai. A disciplina monástica dos primeiros cristãos revela exactamente que a moderna interpretação libertária do Cristianismo está profundamente errada.
O que devemos tolerar ou não tolerar, para além dos princípios, são os comportamentos. Devemos ser intolerantes para com alguns princípios e, concomitantemente, em relação a alguns comportamentos decorrentes desses princípios. E como esses comportamentos intoleráveis envolvem necessariamente pessoas, é mister que sejamos intolerantes para com essas pessoas. E o resto é conversa de quem adora sentir o cilício pelas costas abaixo.
O. Braga | Domingo, 1 Julho 2012 at 5:46 pm | Tags: catolicismocristianismoIgreja Católica | Categorias: éticaculturaEsta gente votagnosticismopoliticamente correctoUt Edita | URL: http://wp.me/p2jQx-cbQ