No seu livro “O Relojoeiro Cego”, Richard Dawkins afirmou que se uma multidão, reunida numa igreja para assistir à missa dominical, vir a imagem [a estátua] da Virgem Maria sair do pedestal, no altar, pelos seus próprios meios, caminhar em passo estugado ao longo do interior da igreja, meneando as cadeiras, e sair pela porta fora — dizia eu, Richard Dawkins afirma no seu livro que, em presença de tão estranho comportamento da estátua da Virgem Maria, não devemos concluir que essa multidão testemunhou um milagre.
Em vez disso, Richard Dawkins diz que talvez tenha sucedido que “calhou” (sic) todos os átomos da imagem da Virgem Maria se moveram nas mesmas direcções e ao mesmo tempo. Atenção que Richard Dawkins não estava a brincar: escreveu isto muito a sério!
Repare-se que é preciso ser muito mais religioso, e ter muita mais fé, para acreditar na validade da interpretação de Richard Dawkins acerca do alegado passeio atómico e apeado da estátua da Virgem Maria, do que a fé necessária para apenas constatar o milagre da Virgem Maria que saiu da igreja pela porta fora.
No seu livro “A Ideia Perigosa de Darwin”, Daniel Dennett compara os crentes religiosos a “animais selvagens” (sic) que deveriam ser detidos pela polícia e enviados para a cadeia; e os filhos dos crentes religiosos deveriam, segundo Daniel Dennett, ser separados coercivamente dos pais e entregues ao Estado para serem educados segundo os cânones darwinistas.
O ateísmo darwinista utópico é uma religião satânica.