« Richard Leakey predicts skepticism over evolution will soon be history.
Not that the avowed atheist has any doubts himself.
Sometime in the next 15 to 30 years, the Kenyan-born paleoanthropologist expects scientific discoveries will have accelerated to the point that "even the skeptics can accept it." »
Depois da queda do muro de Berlim e da desgraça do marxismo, o movimento revolucionário agarrou-se imediatamente ao marxismo cultural. Depois que alguns académicos marxistas, como por exemplo, Peter Singer ou Daniel Dennett, há meia dúzia de anos atrás, terem recomendado que o marxismo fosse abandonado (pelo menos, provisoriamente) pela Esquerda, e substituído pelo darwinismo, surge, em todo o seu esplendor, a nova utopia política: o darwinismo utópico.
Hoje, já não é preciso demonstrar que o marxismo nada tinha de científico: a experiência da humanidade fala por si. Mas a nova utopia é semelhante ao marxismo e ao nazismo: ao mesmo tempo que defende a diferenciação das elites em relação às massas, impõe a estas uma igualdade de Procrustes como forma de “corrigir os erros da natureza”, e em nome da ciência e do Saber.
A nova utopia é mais dissimulada do que o marxismo, no sentido em que nem sempre defende a violência dos levantamentos populares [como por exemplo, o apoio ao movimento "ocupa" de Wall Street, ou apoio à "rua árabe" no Próximo Oriente], mas antes defende a ideia de que uma certa elite deve tomar o poder político por compadrio e pela corrupção [por exemplo, através da maçonaria], e a ruling class deve estar, toda ela, sintonizada com os princípios ideológicos fundamentais da nova utopia.
O darwinismo utópico parte do princípio segundo o qual a natureza e a sociedade são portadores erros naturais [porque “a natureza erra, no processo de evolução”] que devem ser corrigidos por uma certa elite política que deve controlar a ruling class, partindo do princípio maniqueísta segundo o qual “quem não é por nós, é contra nós” — neste ultimo aspecto, o darwinismo utópico herdou do marxismo e do marxismo cultural o princípio de “tolerância repressiva”.
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