segunda-feira, 7 de maio de 2012

O cientismo estupidamente correcto (direto de Portugal)

O cientismo estupidamente correcto
by O. Braga 

"Segundo Júlio Machado Vaz, psiquiatra, "até há pouco tempo, falar em "maternidade" era o mesmo que falar em "feminilidade", a mulher encarava-a como um imperativo biológico, um instinto – logo, como algo que acontece não por factores culturais".

E hoje? "Já não se sentem destinadas a ter filhos e não se importam com o que dizem os outros. Muitas retardam a gravidez por questões de ascensão profissional. Sem culpa. E ainda bem. Há 30 anos, ninguém me dizia olhos nos olhos que não queria ser mãe. Agora, felizmente, já não temem ser julgadas", prossegue o especialista em Sexologia."

via Mulheres que não querem filhos assumem cada vez mais essa opção - Sociedade - PUBLICO.PT.
Júlio Machado Vaz é mais do que um exemplo institucionalizado de politicamente correcto: é sobretudo um exemplo do estupidamente correcto. O Vaz lança bocarras alarves e estupidamente correctas como quem caga postas de pescada imaculadas. E basta que o Vaz gema para que os me®dia acudam.

A História vai julgar gente como o Vaz e mais as suas teorias, mas não vai ser muito simpática com eles. O Vaz move-se esplendidamente no espírito do tempo, mas outras bestas históricas fizeram-no melhor do que ele.

Sempre existiram mulheres que não quiseram ter filhos; mas nem por isso elas se consideram mais felizes por não terem tido filhos. A História está cheia de exemplos desses. Mas o Vaz transforma a História no presente; e os me®dia aplaudem!

O. Braga | Segunda-feira, 7 Maio 2012 at 10:41 pm | Categorias: A vida custa, ética, cultura, Esta gente vota | URL: http://wp.me/p2jQx-bqb


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