« Amour, le film de Michael Haneke, a décroché la Palme d’Or hier soir au Festival de Cannes. Amour, c’est la mise en scène à la fois délicate et voyeuriste des derniers mois et jours d’une vieille femme (Emmanuelle Riva) qui va sombrer dans la démence et dans la souffrance, toujours soutenue et soignée amoureusement par son vieux mari (Jean-Louis Trintingnant). Et c’est par Amour que ce dernier finira par la délivrer, en lui donnant la mort : il l’étouffe avec un coussin. »
Amour = euthanasie.
O festival de cinema de Cannes atribuiu uma Palma de Ouro a um filme austríaco com o título “Amor”. O filme descreve uma situação em que a eutanásia é classificada como uma forma de amor: o marido sufoca, amorosamente, a mulher até à morte, com uma almofada.
Ainda não vai muito tempo, o homicídio era considerado crime; mas a cultura intelectual europeia, , transformou o homicídio em amor.
já em estado de esclerose múltipla