A propósito dum postal de hoje, e oportuno que nem ginjas:
"Peut-on continuer à faire de la fécondation in vitro? La question se pose suite à l’étude qui vient d’être réalisée au CHUV. Elle démontre que les enfants, nés par ces méthodes, risquent d’être victimes d’infarctus à un âge très précoce. Leur système vasculaire et leur pression pulmonaire posent problème. Cette enquête exclusive sera suivie d'un débat avec l'auteur de la recherche, le professeur Urs Scherrer, et le professeur Marc Germond, médecin responsable du Centre de Procréation médicalement assistée de Lausanne."
Um estudo realizado na Suíça demonstrou que as crianças nascidas mediante a fertilização in vitro e métodos semelhantes, correm o risco de serem vítimas de enfarte do miocárdio numa idade precoce, para além de que o sistema vascular e a pressão pulmonar são problemáticos nessas crianças.
Portanto, é conveniente que o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) se informe, e saiba do que fala, antes de dar pareceres que agradam ao politicamente correcto e ao lóbi político gay.