« There indeed are persons who organize their lives around their sexual orientation. But to claim for all human persons that “sexual orientation encompasses an individual’s sense of personal and social identity” is remarkable both conceptually and scientifically. »
Imaginemos um indivíduo, que não sendo homossexual, faz do seu desejo sexual a sua própria e exclusiva identidade: estaríamos em presença daquilo a que se convencionou chamar de “tarado sexual”.
Um tarado sexual é um indivíduo cuja vida orbita em torno das idiossincrasias do seu subjectivo desejo sexual: por exemplo, não pode ver uma mulher sem a provocar sexualmente, não passa por uma única mulher sem a “comer com os olhos” e “mandar umas bocas”, todas as suas conversas descambam em assuntos sexuais, vê a mulher como um mero objecto sexual, etc..
Um tarado sexual é um indivíduo com problemas mentais e a precisar urgentemente de internamento psiquiátrico.
Porém, quando os homossexuais fazem da sua “orientação sexual” a sua única e exclusiva identidade, a “ciência” diz que se tratam de pessoas absolutamente normais.
Portanto, não estamos em presença de ciência: em vez disso, estamos em presença da afirmação de uma certa mundividência ética que manipula a ciência [cientismo].