terça-feira, 4 de outubro de 2011

Campanha de humanistas britânicos para restringir a liberdade acadêmica

por DavidTyler

Os humanistas britânicos fazem campanha para restringir a liberdade acadêmica

Esta semana viu o lançamento de um novo website, com o título: "Teach evolution, not creationism!" [Ensinemevolução e não criacionismo] registrado pela British Humanist Association [AssociaçãoHumanista Britânica]. A questão se relaciona à educação e a maneira como que oassunto de origens é abordado. As organizações envolvidas na campanha são a British Humanist Association, aAssociation for Science Education, a British Science Association, a Campaignfor Science & Engineering and Ekklesia. Há assinaturas de 30pessoas e a maior publicidade foi dada a Sir David Attenborough. A notícia do Daily Telegraph diziaque "O naturalista se juntou a três laureados com o prêmio Nobel, o ateu RichardDawkins e outros proeminentes cientistas em apelar ao governo para atacar a"ameaça" do criacionismo." O que eles querem é "orientaçãoregulamentar legal" que permita sanções legais a serem tomadas se algumaescola pública permitir o criacionismo ou o design inteligente ser apresentadocomo ciência. O único ponto que os professores de ciência seriam permitidos fazerseria declarer esses assuntos for a dos limites para estudantes de ciência. A declaraçãoconjunta diz:

O criacionismo e o 'design inteligente' não são teorias científicas, massão apresentadas como teorias científicas por alguns religiosos fundamentalistasque tentam ter seus pontos de vista promovidos em escolas públicas. Deveriahaver orientação regulamentar legal que eles não possam ser apresentados comoteorias científicas em qualquer escola pública de qualquer tipo.

Mas isso não é suficiente. Um entendimento da evolução é central àcompreensão de todos os aspectos da biologia. O ensino da evolução deveria serincluído nos ensinos fundamental e médio no Currículo Nacional e em todas asescolas.


Os alunos deveriam ser levados a passear com Dawkins em um ônibus escolar? (fonte aqui)

Os pontos importantes da declaração serão familiars para os leitores dosite ARN. A declaração adota um ponto de vista demarcacionista de ciência: elesdefendem o ponto de vista de que a ciência pode ser claramente distinguida danão ciência e que o criacionismo e o Design Inteligente estão definitivamentefora da ciência. Além disso, eles consideram que o Estado tem a responsabilidadede preserver a pureza da educação da ciência ao forncer uma orientação regulamentar legal. Em particular, acampanha preocupa-se com o fato de o ensino da evolução não estar recebendo aênfase que merece: eles consideram a evolução como sendo central a todos os aspectosde biologia, e eles querem que todas as escolas dos níveis fundamental e médio ensinema evolução.


A cobertura de mídia britânica explicou a campanha com alguma profundidade.O jornal Daily Telegraph citouAndrew Copson, diretor executive da BHA, que dissed: "a ameaça docriacionismo e do 'design inteligente' sendo ensinados como ciência é real e crescente,particularmente à medida em que mais e mais escolas são abertas para seremdirigidas por religiosos fundamentalistas". O jornal Daily Mailnoticiou: "Aquelas pessoas por detrás do apelo 'evolução e nãocriacionismo' afirmam que ensinar que Deus criou o mundo é perigoso e deve serimpedido por lei." O jornal Guardian reportou:"O Departamento de Educação diz que todas as escolas devem ensinar umcurrículo amplo e equilibrado, e o criacionismo não deve ser ensinado como umfato científico. Mas um porta-voz da British Humanist Association (BHA) disse:"É exatamente isso que nós queremos seja monitorado."
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NOTA DO BLOGGER:


Artigo sendo traduzido.
 
 

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