quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/12/eliezer-de-mello-silveira-denunciou.html

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

George Edward Moore e o intuicionismo ético [2]

George Edward Moore e o intuicionismo ético [2]

by O. Braga

No postal anterior falamos da origem do intuicionismo ético e da sua incapacidade em erradicar o cepticismo ético. Passamos agora descrever brevemente o sistema ético intuicionista nas suas principais características; a minha opinião e notas estão a vermelho.
G.E. Moore aprofundou o intuicionismo que vinha já de Henry Sidgwick — a “intuição ética racional” de Sidgwick, em contraponto ao cálculo racional característico do utilitarismo. Moore parte do princípio da indefinibilidade do adjectivo “bom”. “Bom” não é passível de ser definido — assim como não podemos definir “realidade”. As proposições acerca do “bom” são proposições sintéticas e não analíticas. O “bom” é bom, e ponto final: não podemos dizer mais nada sobre ele. Não podemos reduzir o bom ao prazer nem ao desejo: o conteúdo do conceito de bom é indefinível.
Isto não significa que o “bem” [substantivo] seja também indefinível. O “bem” é a forma do “bom”, e não o seu conteúdo; por isso, podemos definir a forma do “bom”, ou seja, podemos definir o “bem” — o substantivo [bem] é diferente do adjectivo [bom], assim como a forma da totalidade é diferente do seu conteúdo: podemos definir a forma da totalidade [o bem] mas não o seu conteúdo [o bom]. De modo semelhante, podemos definir a forma do Englobante [Deus] mas não o seu conteúdo.
Tal como acontece com o desenho do universo, o "bom" é intuitivamente captado pelo ser humano e é aparente ao mundo. Podemos intuir o “bom” da mesma forma como podemos intuir, por exemplo, o facto de o mundo não ter aparecido há cinco minutos, ou que podemos confiar — até certo ponto — nas nossas memórias, ou ainda quando constatamos que existem outras pessoas para além de nós próprios. Podemos intuir o “bom” como sendo uma “crença básica”: conhecemos o “bom” sem que seja necessária alguma cadeia de inferências que apoiem ou demonstrem esse conhecimento.
Porém, e sendo que o “bom” é, de certa forma, auto-evidente, os valores podem existir sem que o ser humano os conheça [Nicolau Hartmann]; e por isso, essa auto-evidência [deduzida do senso-comum] não é totalmente fiável e depende muito da educação ética e estética do indivíduo, por um lado, e do seu tipo de inteligência, por outro lado. [a inteligência é múltipla: segundo Howard Gardner, podem distinguir-se as seguintes formas de inteligência: a inteligência pessoal, a inteligência linguística, a inteligência física e cinestésica, a inteligência matemática e lógica, a inteligência espacial, e a inteligência musical].

Moore também acentua este aspecto: os valores existem por si mesmos, independentemente do conhecimento do ser humano acerca deles, e não podem ser deduzidos a partir de uma utilidade qualquer; provavelmente, existirão ainda valores que o ser humano desconhece [neste aspecto, Moore aproxima-se de Nicolau Hartmann].
A falácia naturalista
Sendo que o “bom” é indefinível, podemos contudo dizer que existem coisas boas, mas estas coisas boas não são o conteúdo da totalidade [do “bem”], ou seja, não são o “bom” em si mesmo. E quando alguns filósofos dizem que o "bom" é isto ou aquilo — por exemplo, o prazer ou o desejo — incorrem em um erro a que Moore chamou de “falácia naturalista”, que consiste em reduzir o “bom” — que é indefinível — a uma qualquer propriedade boa; ou melhor: em definir o “bom” a partir e uma realidade diferente de si mesmo [do “bom” em si mesmo]. Quando os utilitaristas e epicuristas modernos [aka naturalistas] consideram o prazer como o único bem, incorrem em uma falácia naturalista.
[continua, porque o tempo é escasso]

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Desconstruindo uma desconstrução

Desconstruindo uma desconstrução

by O. Braga

O termo “meta-ética” é um neologismo que pretende colocar em pé de igualdade, se não todos, pelo menos os sistemas éticos mais defendidos ao longo da História. E a partir de uma putativa igualdade valorativa a priori entre diversos sistemas éticos, faz-se prevalecer sobre todos os outros, na cultura intelectual, o sistema ético do Zeitgeist — aquele que está na moda entre as elites académicas. O termo “meta-ética” é absurdo, porque se existe uma “meta-ética”, então também poderá existir uma “meta-meta-ética” ou uma “pré-meta-ética”, e assim por adiante até ao infinito.
“Naturalismo ético é uma versão de realismo que declara que os valores morais podem ser identificados com uma dada propriedade natural ou reduzidos a uma propriedade dada natural.”
Aqui, uma “propriedade natural” é considerada como sendo a propriedade de tudo aquilo que tem massa [a matéria tem massa, segundo o Naturalismo], sendo que aquilo que não tem massa não é considerado material, e por isso, não é considerado "natural" pelo Naturalismo. Para o Naturalismo, aquilo que não é material [que não tem massa] é um epifenómeno da matéria.
Por exemplo, 1) os princípios lógicos não são físicos e, portanto, não são naturais [não têm massa] no sentido atribuído pelo Naturalismo; 2) na Função Ondulatória Quântica, a onda quântica ou tem uma massa residual e quase nula, ou não tem massa; em tese, a onda quântica no seu estado puro não tem massa — e contudo, a onda quântica e a Função Ondulatória Quântica fazem parte da Natureza e são, por isso, naturais. E mais: é a partir da Função Ondulatória Quântica, por via da força entrópica da gravidade, que se forma o mundo tridimensional e macroscópico que percepcionamos através dos nossos sentidos. Em suma: aquilo que não tem massa [a onda quântica] está na base da matéria --- a matéria que segundo o Naturalismo só pode ter massa.
Portanto, o naturalismo ético é um absurdo, porque ignora ostensivamente a parte da natureza [ou a parte da realidade] que não possui as características exclusivistas atribuídas pelo Naturalismo à matéria.
O problema contemporâneo da filosofia ensinada nas universidades por gente, por exemplo, como Desidério Murcho, está espelhado nesse texto: a filosofia está orgulhosamente desactualizada! Desactualizados, mas com orgulho; e fazendo de conta que os novos dados objectivos acerca da realidade não têm a mínima importância.
Aristóteles dizia que quando um princípio está errado, toda a teoria nele baseada tem grande probabilidade se estar errada também; e os pressupostos do mini-ensaio estão errados.

O. Braga | Domingo, 11 Dezembro 2011 at 3:11 pm | Tags: naturalismo, neopositivimo | Categorias: ética, filosofia | URL: http://wp.me/p2jQx-9sz


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George Edward Moore e o intuicionismo ético [1]

George Edward Moore e o intuicionismo ético [1]

by O. Braga

Antes de entrar no tema gostaria de dizer o seguinte: 1) quando o ser humano pretende criar uma ética para si [substituindo a ética proveniente da revelação religiosa], arranja um grande problema em vez de resolver os problemas éticos; 2) a negação da metafísica é, ela mesma, uma metafísica; não há como sair daqui; 3) a linguagem utilizada aqui pretende ser a mais simples possível, de modo a ser acessível ao maior número possível de pessoas; a linguagem gongórica e muitas vezes ininteligível em vigor nas faculdades de filosofia, não é bem-vinda aqui.

O sistema ético a que se chama “intuicionismo” não tem a sua origem em Moore, mas em Henry Sidgwick que foi professor de Moore. O intuicionismo é uma reforma do utilitarismo [ou daquilo que mais tarde deu no naturalismo ético]: Sidgwick demonstrou a impossibilidade de deduzir logicamente a norma utilitarista da maximização da felicidade do maior número e o postulado hedonista do interesse próprio.
O princípio do interesse próprio ― que é uma característica essencial do utilitarismo ― também pode ser muito útil: por que razão deve a utilidade para o maior número possível de pessoas estar acima da “utilidade para mim”? Sidgwick alvitra que apenas a “intuição ética racional” — e não o cálculo racional — pode fundar a norma ética e ordenar-nos a não conferir mais peso à nossa própria utilidade do que à dos outros.
Portanto, foi Sidgwick que “desmontou” o utilitarismo/naturalismo e criou o intuicionismo ético, e não George Edward Moore. O que Moore fez foi desenvolver o pensamento do seu mestre ao mesmo tempo que mantinha o consequencialismo ético [uma acção tem consequências] comum ao utilitarismo.

Como qualquer outro sistema ético criado pelo Homem [ou seja, desprovido de revelação divina], o intuicionismo não resolve a questão do cepticismo ético e moral — seja este internalista ou externalista. O cepticismo internalista coloca em causa a capacidade da norma moral em relação à motivação para a acção, ou seja, a razão para a acção depende exclusivamente da motivação para agir, seja qual for essa motivação [obrigação moral = motivação para a acção].
O céptico externalista coloca em causa o próprio conteúdo de qualquer norma moral [seja esta qual for], ou seja, segundo o céptico externalista, não há nenhuma verdade em matéria de moral e, por isso, não temos nenhuma razão teórica para considerar qualquer proposição moral como sendo verdadeira.
O céptico internalista defende que as razões para considerar uma coisa como sendo “boa” são também as razões para escolher essa coisa; isso significa, por exemplo, que se uma pessoa considerar que matar gente de outra raça é uma coisa boa, logo tem as razões morais suficientes para agir dessa forma. Um nazi é certamente um céptico internalista.
O céptico externalista nega que as razões para considerar uma coisa como sendo “boa” são também as razões para escolher essa coisa, e apenas porque, segundo ele, não existe nenhuma verdade moral e de qualquer espécie, e a obrigação moral depende exclusivamente da norma legal que institui a moral prática e que muda conforme as épocas [direito positivo]. O pensamento hegeliano [a dialéctica, “o espírito do tempo”, o materialismo dialéctico, etc.] insere-se aqui.

O apelo do intuicionismo aos valores do senso-comum não resolve o problema do cepticismo, porque o senso-comum, por si só e desprovido do conhecimento, depende do Zeitgeist — ou seja, depende das modas das diferentes épocas. Numa época de barbárie [por exemplo, durante a Alemanha nazi], o senso-comum considerado em si mesmo e, portanto, sem a educação e a sensibilização das massas, só pode ser bárbaro; a barbárie começa quando a educação [a paideïa de Aristóteles] deixa de influenciar positivamente a cultura antropológica em uma sociedade.
Portanto, tanto Sidgwick como Moore deram uma importância exagerada ao senso-comum na construção do sistema ético intuicionista. De certa forma, quiseram servir-se do senso-comum para substituir com ele a inexorável origem metafísica da ética — e negando a metafísica, construíram uma outra metafísica, desta vez, insuficiente.

O. Braga | Segunda-feira, 12 Dezembro 2011 at 6:42 pm | Categorias: ética, filosofia | URL: http://wp.me/p2jQx-9tx


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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Ortega y Gasset e o modernismo

Ortega y Gasset e o modernismo

by O. Braga

Um os ataques mais violentos ao modernismo é de Ortega y Gasset no seu livro “El Tema de Nuestro Tiempo” — a 1ª edição é de 1923, e a que eu tenho [aqui ao lado] é a 14ª edição de 1961 que herdei de família. Não sei se existe este livro em português; estive a ver na Internet e descobri que as livrarias Bertrand têm este livro (em castelhano) disponível em 20 dias por 8 Euros.
Este livrinho é interessante — e de fácil leitura — porque nos ajuda a compreender o que se passa hoje na Europa.
“Durante la Edad, con mal acuerdo llamada “moderna”, que se inicia en el Renacimiento y prosigue hasta nuestros días, ha dominado con creciente exclusivismo la tendencia unilateralmente culturalista. Pero esta unilateralidad trae consigo una grave consecuencia.
Si nos preocupamos tan sólo de ajustar nuestras convicciones a lo que la razón declara como verdad, corremos el riesgo de creer que creemos, de que nuestra convicción sea fingida por nuestro buen deseo. Con lo cual acontecerá que la cultura no se realiza en nosotros y queda una superficie de ficción sobre la vida efectiva.
En varia medida, pero con morbosa exacerbación durante el ultimo siglo, éste ha sido el fenómeno característico de la historia europea moderna.”
[página 47]
Ortega y Gasset distingue [obviamente] cultura [intelectual], por um lado, e tradição [cultura antropológica], por outro lado.
A “unilateralidade culturalista” [eminentemente intelectual] — que surgiu com o Renascimento e foi acentuando a sua influência até hoje — a que se refere Ortega y Gasset, é o abandono crescente da tradição, e com o abandono da tradição, a cultura antropológica morre lentamente porque se afasta das suas raízes vitais — ou seja, porque a cultura intelectual [o racionalismo] se afasta da própria vida do ser humano inserida na Natureza.
Com o abandono paulatino e crescente da tradição, passa a existir uma “escandalosa dualidade entre o que se crê que se faz, por um lado, e o que se faz efectivamente, por outro lado” — a “unilateralidade culturalista” [intelectual], que se impõe através do poder assimétrico do racionalismo sobre a tradição, vai em crescendo até que a tradição morre e a cultura antropológica morre com ela; e o que resta é uma cultura antropológica virtual, dissociada da realidade vital e da dimensão natural do ser humano.
A morte da tradição e o desaparecimento das raízes vitais da cultura antropológica resulta na burlesca contradição da cultura europeia actual, que pretendendo ser uma cultura racional — a única fundada em razões — não é já vivida e sentida pela sua racionalidade, mas antes é adoptada de uma forma mística — por exemplo, a moderna crença mística na ciência que a transforma em uma espécie de religião.
Inserida na morte da tradição e o desaparecimento das raízes vitais da cultura antropológica na Europa, estão também alguns fenómenos de intelectualização [racionalismo] da cultura antropológica que levaram à crescente destruição da família natural através do “casamento” gay, da adopção de crianças por duplas de gays, ao aborto instituído, etc. — em suma, a morte da tradição e a afirmação de uma cultura antropológica virtual que significa a própria morte da cultura antropológica vital.
A consequência deste fenómeno contemporâneo de morte da tradição e o desaparecimento das raízes vitais da cultura antropológica, será a do surgimento de uma revolução cultural, que pode ser violenta e sangrenta.

O. Braga | Quinta-feira, 8 Dezembro 2011 at 11:59 am | Tags: Ortega y Gasset | Categorias: cultura, Europa, filosofia, Livros | URL: http://wp.me/p2jQx-9qV

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O utilitarismo de Nietzsche

O utilitarismo de Nietzsche

by O. Braga

“A compreensão aparece quando algo se move da minha cabeça para o meu coração.”
Esta frase foi respigada no FaceBook e faz parte da tendência contemporânea para condensar a filosofia em slogans práticos — em princípio, não vejo mal nisso. À primeira vista, esta frase parece ser anti-utilitarista; quando nós "compreendemos com o coração" em vez de "compreendermos com a cabeça", alegadamente abdicamos do “útil para nós” e passamos a compreender o “útil para o outro”.
Podemos até pensar que esta frase se baseia no tradicional anti-utilitarismo da filosofia cristã. Porém, e na medida em que se baseia no império da subjectividade sobre os valores, esta frase revela um utilitarismo exacerbado. Um anti-utilitarismo tem que ser objectivo, e não, subjectivo. E por isso é que Nietzsche é utilitarista (embora se diga por aí “que não”).
A nossa cultura contemporânea é marcada pela influência simultânea – e complementares entre si — de dois tipos de utilitarismo: o “utilitarismo marginal” de Carl Menger e Walras, por um lado, e o seu “irmão gémeo”: o utilitarismo de Nietzsche, por outro lado. Ambos os tipos de utilitarismo baseiam-se na hiper-subjectividade dos valores; neste sentido, são “gémeos”, embora difiram do utilitarismo clássico de Bentham.
É neste contexto da aliança entre Nietzsche e Menger que vivemos hoje, e que surgem as frases-mestras do tipo citado em epígrafe. Essa frase não é de origem genuinamente cristã. O verdadeiro anti-utilitarismo, embora reconheça e valorize a subjectividade, trabalha sobre valores objectivos, universais e concretos, e não valorizando exclusivamente aquilo que “eu, na minha subjectividade, penso com o coração” (emoção).
A extensão exclusivista da hiper-subjectividade aos valores e à ética, é a máxima expressão possível do utilitarismo — é um super-utilitarismo. Por isso é que tanto Carl Menger como Nietzsche são “irmãos gémeos” utilitaristas.

O. Braga | Domingo, 27 Novembro 2011 at 10:00 am | Tags: Nietzsche, utilitarismo | Categorias: ética, filosofia | URL: http://wp.me/p2jQx-9jy

Comentário


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A ciência [positivismo] não pode dar sentido ao ser humano

A ciência [positivismo] não pode dar sentido ao ser humano

by O. Braga

António Sérgio escreveu acerca de Egas Moniz [“Cartas de Problemática”, carta nº 4, Lisboa, 1952]:
«Há anos, certo notável biologista a que se reconhecia mérito, deu-se a vulgarizar a relatividade entre nós. Ignorava as matemáticas; fiou-se, todavia, na possibilidade de tratar “filosoficamente” o assunto. Copiou alguns livros de vulgarização da doutrina, destinados à iniciação de leitores curiosos, de diferentes níveis de cultura científica: uns na matemática inteiramente ignaros, outros já besuntados da sua algebrazinha e do cálculo.
Como é de prever, saiu uma salada que não elucidava a ninguém, mas que ele ia salpicando de certas “filosofias” literárias, com frases como a seguinte: “a teoria da relatividade é a beleza de Vénus de Milo projectada num sistema de equações.”
Dos seus válidos trabalhos de investigação biológica coisa alguma conheceu o nosso grande público; foi porém com tais provas de congeminação “filosófica” que cobrou fama nacional de verdadeiro génio.»

O professor Carlos Fiolhais diz aqui que o ser humano procura um sentido [da vida], mas que existem dois tipos diferentes de sentido: o tipo científico e o tipo religioso. Esta “dualidade de sentidos”, ou a existência de “dois tipos de sentido”, tem como objectivo sacralizar a ciência, promovendo-a a uma espécie de religião. Ao contrário do que se diz no postal, a religião não é só transcendente: existem religiões também imanentes, sejam estas espiritualistas ou materialistas [e que podem ser também religiões políticas].
O que o ser humano não pode fazer é viver sem religião, seja ela qual for. Mas será que as religiões são todas idênticas ou mesmo semelhantes, e todas elas fornecem o sentido? Será que a ciência — quando encarada como uma espécie de religião imanente, porque nem todos os cientistas a vêem assim como Carlos Fiolhais a vê — nos pode dar um sentido de vida?
Vejamos o que nos diz o neopositivista Wittgenstein acerca do sentido da vida: “A solução do enigma da vida no espaço e no tempo, encontra-se fora do espaço e do tempo” [Tractatus Logico-philosophicus, pág. 111]. Quem disser que Wittgenstein não era um defensor acérrimo da ciência positivista, ou mente ou ignora.
Porém, faço aqui uma ressalva: não existe um "enigma da vida", mas antes um "mistério da vida", porque os enigmas são passíveis de ser resolvidos.
O ser humano necessita de sentido.
  • O sentido é uma categoria que descreve a relação da parte com a totalidade; apenas a totalidade, da qual o mundo constitui apenas uma parte, pode ter sentido em si mesma.
  • Não podemos ser nós próprios a criar o sentido para nós — como defende Carlos Fiolhais, quando atribui uma espécie de sentido específico da ciência —, mas temos que o encontrar.
  • O maior sentido que uma vida pode ter é o de estar em sintonia com o sentido da totalidade, da qual o mundo faz parte — uma sintonia que gera felicidade.
  • O sentido da totalidade não se pode descobrir através de opinião subjectiva, nem através de um conhecimento objectivo. Conclui-se que a ciência, por si só, não pode dar sentido ao ser humano.
Adenda: a análise de António Sérgio, de 1952, continua válida.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Cuidado com as ciências sociais e humanas !

Cuidado com as ciências sociais e humanas !



Filed under: Ciência,religiões políticas — O. Braga @ 8:52 am
Tags:

A ciência abstrai-se da realidade dos fenómenos e cria teoreticamente, a partir desses fenómenos, leis gerais. A partir desta premissa, é possível manipular dados transformando a ciência em ideologia política.


A possibilidade de manipulação e falsificação de dados aumenta exponencialmente nas chamadas “ciências sociais e humanas” — economia, psicologia, politologia, sociologia, antropologia, etc.

One of the Netherlands’
leading social psychologists made up or manipulated data in dozens of papers over nearly a decade, an investigating committee has concluded.
Diederik Stapel was suspended from his position at Tilburg University in the Netherlands in September after three junior researchers reported that they suspected scientific misconduct in his work. Soon after being confronted with the accusations, Stapel reportedly told university officials that some of
his papers contained falsified data.
 

The university launched an investigation, as did the University of Groningen and the University of Amsterdam, where Stapel had worked previously. The Tilburg commission today released an interim report (in Dutch), which includes preliminary results from all three investigations. The investigators found “several dozens of publications” in which fictitious data has been used. Fourteen of the 21 Ph.D. theses Stapel supervised are also tainted, the committee concluded.


via
Report: Dutch ‘Lord of the Data’ Forged Dozens of Studies – ScienceInsider.

Fonte: http://espectivas.wordpress.com/2011/11/02/cuidado-com-as-ciencias-sociais-e-humanas/

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com  

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Perfil Voluntário de Luis Cavalcante


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Nordestino-Osasquense, casado com Lucimeire e pai da Rebeca.

Pela Graça e Misericórdia de DEUS, Presbítero e Professor da Escola Bíblica Dominical da Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco/SP (I.P.O). Secretário Presbiterial da UPH (2012 d.C). Secretário Executivo da Federação do Trabalho Masculino e 1o. Secretário do PROP - Presbitério Oeste Paulistano (2012 d.C). Ex-coordenador do IBER –Instituto Bíblico de Educação Reformada da I.P.O (2010 d.C). Fundador e Coordenador do ICEC - Instituto de Cultura Educação Calvinista (Dedicada a Divulgação do Cristianismo Reformado e Calvinista como Estrutura de Pensamento Intelectual e Força Propulsora de Transformação Cultural, Educacional, Social, Econômica, Política e Jurídica para um Brasil Melhor para a Glória de Deus). Editor do Jornal “Reforma e Avivamento”.

Mestrado em Ciências da Religião pela UPM – Universidade Presbiteriana Mackenzie, com estudos nos elementos epistemológicos do Jurista e Filósofo Holandês Herman Dooyeweerd e Epistemologia Calvinista Teo-referencial. Cursou o mestrado em Ciências da Religião e aprovado até a sua qualificação.

Bacharel em Ciências Econômicas (UniSantanna).

Formado em Teologia pelo IBAD (Pindamonhangaba/SP) e Contabilista (Arujá/SP).

Extensões Universitárias em Filosofia e História da Ciência (USP); Sociologia (USP); Educação e Metodologia de Ensino Superior (Uninove/SP); Administração e Liderança (UNISA/SP); Economia (UBC/SP); Economia Industrial (UFPE);

Membro:

Associação Filosófica Scientiae Studia - http://www.scientiaestudia.org.br/;

CRC/SP - Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo – http://www.crcsp.org.br/ ;

OEB - Ordem dos Economistas do Brasil – http://www.oeb.org.br/;

AKET - Associação Kuyper para Estudos Transdisciplinares -www.labribrasil.org/apresentao.htm;

SCB – Sociedade Criacionista Brasileira - http://www.scb.org.br/ .

Palestrante convidado sob temas empresariais e espiritualidade em diversas instituições de ensino e empresarial.

Professor Universitário e Consultor em Inteligência Empresarial pelo Grupo Cavalcante & Associados – Empresa de Consultoria em Estratégia e Sabedoria Organizacional (Planejamento Administrativo, Contábil, Financeiro, Econômico, Jurídico e Espiritualidade Produtiva).

Responsável pelo projeto BANCO DE TALENTOS (Região Oeste – http://www.grupos.com.br/group/banco.talentos).


RESPONSABILIDADES ECLESIÁSTICAS:

2013 d.C

- Presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco - I.P.O
- Membro do Conselho da I.P.O
- Professor da Escola Bíblica Dominical da I.P.O. - Classe de Jovens
- Responsável junto com a esposa Lucimeire pelo ministério da casais da I.P.O
- Aprovado no Vestibular Nacional para o Seminário JMC 2013.

2012 d.C

- Presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco - I.P.O
- Secretário do Conselho da Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco - I.P.O
- Vice-Presidente da UPH - União Presbiteriana de Homens da I.P.O
- Professor da Escola Bíblica Dominical da I.P.O. - Classe de Adolescentes (1o. Semestre de 2012 d.C)
- Secretário Executivo da Federação do Trabalho Masculino do PROP - Presbitério Oeste Paulistano
- 1o. Secretário do PROP - Presbitério Oeste Paulistano
- Secretário Presbiterial do PROP para UPH
- Membro da Comissão Permanente do PROP para Implantação e Revitalização de Igrejas
- Membro da Comissão de Legislação e Justiça e Comissão de Relatórios Ministeriais do PROP


2011 d.C

- Presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco - I.P.O
- Presidente da UPH - União Presbiteriana de Homens da I.P.O
- Professor da Escola Bíblica Dominical da I.P.O. - Classe de Adultos


ORIGEM E FONTE DOS MEUS VALORES

01. Soli Deo Gloria
02. Sola Scriptura
03. Sola Gratia
04. Sola Fide
05. Solus Christus

FIDES ET SCIENTIA: COR ET RES CORAM DEO
Não há ciência sem fé: coração e objeto de pesquisa científica perante Deus.

PARA PENSAR:

Uma cosmovisão deve ser considerada verdadeira somente no caso de apresentar coerência lógica e estando de acordo com todos os fatos conhecidos em nossa experiência (W. L. Craig).

Diferença radical: a "ciência" não é uma cosmovisão, é um modo de investigar o mundo. O "materialismo científico" é uma cosmovisão que reduz tudo à observação empírica e que, por definição, exclui Deus (Alister McGrath).

O espírito do mundo não toma sempre a mesma forma. O cristão deve resistir ao espírito do mundo na forma que ele toma na sua geração (Francis Schaeffer).

G.K. Chesterton: “Quando os homens deixam de crer em Deus, depois disso eles não creem em nada, então se tornam capazes de crer em qualquer coisa”.

Meus Pressupostos Para Pesquisas Acdêmicas e Existência Humana Reformada


METODOLOGIA DO ESTUDO E DA PESQUISA TEO-REFERENCIAL e prática a partir dos Fundamentos Bíblico, Cristão e Apostólico e prática dialética das Cosmovisões Reformada, Calvinista, Puritana, Reformacional e Teonômica:

Gênesis 1.1 - No princípio, criou Deus os céus e a terra. 1.26 - Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. 1.27 - Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 1.28 - E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. 2.15 - Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. 2.18 - Disse mais o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea. 2.24 - Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. 3.14 - Então, o SENHOR Deus disse à serpente: Visto que isso fizeste, maldita és entre todos os animais domésticos e o és entre todos os animais selváticos; rastejarás sobre o teu ventre e comerás pó todos os dias da tua vida. 3.15 - Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

JESUS CRISTO - João 1.1 - No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. João 1.2 - Ele estava no princípio com Deus. João 1.3 - Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. João 1.4 - A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. João 3.16 - Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3.36 - Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus. João 5.24 - Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. João 5.39 - Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. João 6.35 - Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede. João 6.47 - Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. João 6.48 - Eu sou o pão da vida. João 6.51 - Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne. João 6.68 - Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; João 8.12 - De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida. João 8.32 - e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 10.10 - O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João 11.25 - Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; João 14.6 - Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. João 15.5 - Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. João 17.3 - E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Apocalipse 1.8 - Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. 21.6 - Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. 22.13 - Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.



Apóstolo São Paulo - Colossenses 1.15 - (CRISTO) Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; 1.16 - pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. 1.17 - Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste. 1.18 - Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, 1.19 - porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude 1.20 - e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus. Colossenses 2.2 (...), e eles tenham toda a riqueza da forte convicção do entendimento, para compreenderem plenamente o mistério de Deus, Cristo, 2.3 em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos. 2.4 Assim digo para que ninguém vos engane com raciocínios falazes. 2.8 Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo; 2.9 porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. 2.10 Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade. 2.17 - (...); a realidade é Cristo (NTLH). Colossenses 3.16 - Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração. 3.17 - E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. 3.23 -Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, I Coríntios 10.4 - Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas. 10.5 - e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo, I Coríntios 10.31 - Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. II Timóteo 3.12 Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos. 3.13 - Mas os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. 3.14 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste 3.15 - e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. 3.16 - Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, 3.17 a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.


João Calvino (1509-1564) como modelo de Piedade Verdadeiramente Acadêmica e Intelectual, acrescido da tradição neo-calvinista de Senhorio de Cristo integral de Abraham Kuyper (1837-1920) http://abrahamkuyper.blogspot.com/, enriquecidos:

- Klaas Schilder (1890-1952), é o maior teólogo cultural do círculo de reformadores desde o tempo de Kuyper, apesar de diferir de Kuyper na doutrina da graça comum, que substitui pela doutrina do mandado comum. Ele tem chamado homens de volta para a ênfase calvinista na Palavra e em sua autoridade em todas as áreas da cultura do homem. Em oposição a Hegel, que identifica DEUS com a História, Schilder defende que o céu sempre proclama a ideia fundamental de que DEUS e a criatura são distintos. Não há antítese entre DEUS e natureza; a antítese, porém, está dentro do universo, entre pecado e graça, entre CRISTO, o Restaurdador do mundo de DEUS, e o anticristo, que se õpõe à obra de DEUS na História. Shilder defende que CRISTO permanece no centro da história e significa tudo após sua exaltação. CRISTO, é a chave para a cultura. CRISTO é a única fonte verdadeira da cultura.

- pela "Filosofia da Ideia Cosmonômica" ou "Filosofia Reformacional" de Herman Dooyeweeerd (1894-1977) http://hermandooyeweerd.blogspot.com/;

- "Transcendentalismo Reformado" ou "Pressuposicionalismo Reformado" de Cornelius Van Til (1895-1987) - http://transcendentalismoreformado.blogspot.com/ ;

- "Racionalismo Cristão" ou "Pai da Filosofia do Escrituralismo" de Gordon Haddon Clark (1902-1984), o "Agostinho da América"- http://gordonhaddonclark.blogspot.com/ ;

- "Epistemologia Reformada" ou "Nova Epistemologia Reformada" ligado aos nomes dos filósofos como Alvin Plantinga (1932-) http://alvinplantinga.blogspot.com/ e Nicholas P. Wolterstorff (1932-) http://nicholaswolterstorff.blogspot.com/

- e a prática missional bíblica-reformada de Francis August Schaeffer(30/01/1912–15/05/1984 d.C) -http://francisschaeffer.blogspot.com/


Meus pressupostos para a prática da espiritualidade cristã, reformada, renovada e avivada:

- Toda tradição doutrinária e prática de Jesus Cristo e Apostólica (Ortodoxia) e cristã-puritana-reformada-calvinista-evangélica;

- Só pode tornar se membro da Igreja quem nasceu de novo, experimentou a regeneração e o  arrependimento, confissão e abandono dos pecados;

- Discipulado radical e integral;

- Ênfase em Santidade de Vida, enchimento do Espírito Santo, desenvolvimeto de dons e frutos do Espírito;

- Compromisso e fervor missionário e evangelístico;

- Sistema Bíblico de Governo de Igreja por intermédio de Presbíteros Eleitos pela Igreja;

- Enfrentamento constante e apologético ao pensamento anti-teísta e anti-teonômico, que produz o reducionismo do naturalismo, epicurismo e materialismo filosófico e metodológico e suas variáveis como as teologias liberais, neo-liberais e anti-apostólica-ortodoxa-histórica (racionalismo, fundamentalismo, teísmo aberto, gondista, sincretismo, água-escura, pentecostalismo-montanista-revelacional via salvação pelas obras, neopentecostalismo, neo-evangélicos e comunidades da cabana,  etc...) e ideologias antropocêntricas, humanicistas, iluministas, produzindo o fascismo direitista e esquerdista, libertinos, sadistas, ocultistas-maçônicos-babelistas, sodomitas-homossexualizante, feministas, abortistas, marxistas, ceticistas, niilistas, existencialistas, pedofilistas, esquerdistas, comunistas, socialistas, nazistas e petistas) e a substituição iníqua, depravada e pecaminosa dos "deveres, obrigações e responsabilidades humanas" pelo sofisma dos "direitos humanos" via implantação do "Império e Ditadura Estatal-Cultural-Laico-Agnóstico Anti-cristão", conhecido como "Estado Moderno" ou "Estado de Direito" ou a Grande Ilusão do do Estado Laico.



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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A estupidez cansativa dos intelectuais modernos - Como é possível ao intelectual moderno ser tão estúpido?

A estupidez cansativa dos intelectuais modernos

“A origem da História é a consciência humana (…) a História é constituída pela consciência.”
Eric Voegelin, em ‘A Consciência do Fundamento’.

Este conceito de “História” consta de um opúsculo precioso de Eric Voegelin, o “filósofo maldito” que muita pouca gente estuda — se bem que eu duvido que muitos licenciados em filosofia tenham a capacidade necessária para entender Eric Voegelin; não estudar Eric Voegelin é desculpar insuficiências próprias. Penso até que Eric Voegelin se tornou ininteligível: o conceito de Fundamento deixou de ter um sentido na experiência humana objectiva: o Fundamento sobrevive, recalcado, sob a crusta do embotamento espiritual do Homem ocidental.

Os “intelectuais” ocidentais têm muita culpa no cartório. Gente cega; e o pior cego é aquele que não quer ver. E são esses “intelectuais” os principais responsáveis por situações como esta:
as redes sociais em geral censuram a ética cristã.

No tempo de Plutarco, não ter consciência do Fundamento era ser considerado irracional; hoje, dá-se um fenómeno inverso, e absurdo ad Nauseam: se, por um lado, a subjectividade é hoje elevada a um valor supremo através da sacralização dos direitos subjectivos, por outro lado as experiências humanas — subjectivas portanto — em relação ao Fundamento são consideradas absurdas ou idiossincráticas, obrigando o sujeito a remeter a sua expressão para o âmbito exclusivamente privado.

Para onde quer ir esta gente? Eu não os consigo entender. Quando leio, por exemplo, Edgar Morin (um dos “intelectuais” mais badalados depois da queda do muro de Berlim), deparo-me com um “metafísico anti-metafísico”, a contradição e ambiguidade personificadas, um ateu que já não é ateu mas que procura um “novo ateísmo”.

E qual é o Fundamento dessa “nova religião” ateísta de Morin? Simplesmente não tem fundamento nenhum: a nova religião de Morin é um castelo de cartas desprovido de uma fundação metafísica firme, experiencial e lógica. Morin procura a resposta em Montesquieu e nos mentores ideológicos do jacobinismo que diziam que a religião ideal seria o “Cristianismo sem Cristo”. Estes modernos intelectualóides de urinol não conseguem perceber uma ideia tão simples como esta: a História não é a mera reificação do tempo e do espaço humanos: “a História é constituída pela consciência”

Não conseguem compreender que a nossa ideia acerca do Fundamento sofreu, ao longo de milénios, uma acumulação e sobreposição de novos conceitos, mas sem que a ideia original e mitológica de Fundamento possa desaparecer sem se sacrificar a coerência de uma qualquer nova religiosidade (imanente, que seja), e até colocar em perigo o futuro do Homem.

Essa ideia original de Fundamento mantém-se presente na “consciência humana” que é “a origem da História”. Erradicar as noções axiológicas primordiais de Fundamento, ligadas à cosmogonia e ao nosso lugar no universo, é separar o Homem de si mesmo em um exercício colectivo de dissociação existencial; é condenar o Homem à não-existência subjectiva; é matá-lo por dentro.

A política não pode ignorar esta dimensão da realidade humana.

O que os “intelectuais” e ideólogos (como Morin, Slavoj Zizek, e quejandos) estão a fazer é colaborar em um crime contra a espiritualidade humana. Ao mesmo tempo que o Cristianismo e a sua ética são perseguidos pelos intelectuais de merda, vemos nos jornais situações como esta:
“Uganda: el negocio del sacrificio ritual de niños”. E como é que Morin protestaria contra esta barbaridade? Defendendo um Cristianismo sem Cristo, ao mesmo tempo que diz que Karl Marx não teve nada a ver com o estalinismo?

Como é possível ao intelectual moderno ser tão estúpido?


http://espectivas.wordpress.com/

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Campanha de humanistas britânicos para restringir a liberdade acadêmica

por DavidTyler

Os humanistas britânicos fazem campanha para restringir a liberdade acadêmica

Esta semana viu o lançamento de um novo website, com o título: "Teach evolution, not creationism!" [Ensinemevolução e não criacionismo] registrado pela British Humanist Association [AssociaçãoHumanista Britânica]. A questão se relaciona à educação e a maneira como que oassunto de origens é abordado. As organizações envolvidas na campanha são a British Humanist Association, aAssociation for Science Education, a British Science Association, a Campaignfor Science & Engineering and Ekklesia. Há assinaturas de 30pessoas e a maior publicidade foi dada a Sir David Attenborough. A notícia do Daily Telegraph diziaque "O naturalista se juntou a três laureados com o prêmio Nobel, o ateu RichardDawkins e outros proeminentes cientistas em apelar ao governo para atacar a"ameaça" do criacionismo." O que eles querem é "orientaçãoregulamentar legal" que permita sanções legais a serem tomadas se algumaescola pública permitir o criacionismo ou o design inteligente ser apresentadocomo ciência. O único ponto que os professores de ciência seriam permitidos fazerseria declarer esses assuntos for a dos limites para estudantes de ciência. A declaraçãoconjunta diz:

O criacionismo e o 'design inteligente' não são teorias científicas, massão apresentadas como teorias científicas por alguns religiosos fundamentalistasque tentam ter seus pontos de vista promovidos em escolas públicas. Deveriahaver orientação regulamentar legal que eles não possam ser apresentados comoteorias científicas em qualquer escola pública de qualquer tipo.

Mas isso não é suficiente. Um entendimento da evolução é central àcompreensão de todos os aspectos da biologia. O ensino da evolução deveria serincluído nos ensinos fundamental e médio no Currículo Nacional e em todas asescolas.


Os alunos deveriam ser levados a passear com Dawkins em um ônibus escolar? (fonte aqui)

Os pontos importantes da declaração serão familiars para os leitores dosite ARN. A declaração adota um ponto de vista demarcacionista de ciência: elesdefendem o ponto de vista de que a ciência pode ser claramente distinguida danão ciência e que o criacionismo e o Design Inteligente estão definitivamentefora da ciência. Além disso, eles consideram que o Estado tem a responsabilidadede preserver a pureza da educação da ciência ao forncer uma orientação regulamentar legal. Em particular, acampanha preocupa-se com o fato de o ensino da evolução não estar recebendo aênfase que merece: eles consideram a evolução como sendo central a todos os aspectosde biologia, e eles querem que todas as escolas dos níveis fundamental e médio ensinema evolução.


A cobertura de mídia britânica explicou a campanha com alguma profundidade.O jornal Daily Telegraph citouAndrew Copson, diretor executive da BHA, que dissed: "a ameaça docriacionismo e do 'design inteligente' sendo ensinados como ciência é real e crescente,particularmente à medida em que mais e mais escolas são abertas para seremdirigidas por religiosos fundamentalistas". O jornal Daily Mailnoticiou: "Aquelas pessoas por detrás do apelo 'evolução e nãocriacionismo' afirmam que ensinar que Deus criou o mundo é perigoso e deve serimpedido por lei." O jornal Guardian reportou:"O Departamento de Educação diz que todas as escolas devem ensinar umcurrículo amplo e equilibrado, e o criacionismo não deve ser ensinado como umfato científico. Mas um porta-voz da British Humanist Association (BHA) disse:"É exatamente isso que nós queremos seja monitorado."
...

NOTA DO BLOGGER:


Artigo sendo traduzido.
 
 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Lewis y Bonhoeffer como modelos de vida universitaria

Lewis y Bonhoeffer como modelos de vida universitaria

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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA REFORMADA

Reformar a Sociedade Brasileira através da Reforma da Educação
e Cultura a partir da Cosmovisão Cristã, Reformada e Calvinista.

http://educacaoeculturareformada.blogspot.com/

sábado, 27 de agosto de 2011

O ENDEUSAMENTO do Estado Laico – Dr. Ives Gandra

O ENDEUSAMENTO do Estado Laico – Dr. Ives Gandra
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Uma carta aberta aos professores Jerry Coyne e Richard Dawkins sobre a natureza da seleção natural

Uma carta aberta aos professores Jerry Coyne e Richard Dawkins sobre a natureza da seleção natural



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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA REFORMADA

Reformar a Sociedade Brasileira através da Reforma da Educação e Cultura a partir da Cosmovisão Cristã, Reformada e Calvinista.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A desonestidade científica de Ulisses Capozzoli: 171 epistêmico sobre o status de teorias científicas no contexto de justificação teórica

A desonestidade científica de Ulisses Capozzoli: 171 epistêmico sobre o status de teorias científicas no contexto de justificação teórica

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!


O Mackenzie vem oferecendo há vários anos congressos internacionais de grande porte onde são tratados temas relevantes para a comunidade acadêmica e para o público em geral. Nestes congressos procura-se abordar os assuntos do ponto de vista da confessionalidade cristã reformada do Mackenzie em diálogo com outros olhares e entendimentos.

Este Congresso sobre Psicologia e Cristianismo segue esta linha de abordagem. Os principais palestrantes, Dr. David Powlison e Dr. Eric Johnson, são doutores formados em universidades seculares na área de psicologia, e tratarão do tema do ponto de vista cristão. Outros palestrantes, igualmente preparados, lançarão um olhar secular e crítico sobre esta relação entre fé e psicologia.

É um momento inédito, em que uma Universidade de grande porte e renome encara o assunto Psicologia e Cristianismo pelo viés cristão sem perder o diálogo com outras abordagens do tema.

As inscrições já estão abertas. CLIQUE AQUI para se inscrever e para mais informações.

As palestras serão transmitidas ao vivo pela internet e ficarão disponíveis para download gratuito após o evento.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2011/07/abriram-as-inscricoes-para-o-congresso.html
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Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Apoio:

FRENTE BÍBLICA E POLÍTICA DE UNIDADE de Cristãos, Reformados, Calvinistas, Puritanos, Evangélicos, Teonomistas e Pentecostais para Orientação e Organização Política e Estabelecimento da Moral nas Eleições de 2012 e 2014 no Estado de São Paulo.
http://educacaoeculturareformada.blogspot.com/2011/07/frente-biblica-e-politica-de-unidade.html

terça-feira, 29 de março de 2011

Dez estratégias para ler artigos acadêmicos

1. Artigo científico não é para ser memorizado;

2. A leitura de artigos científicos não deve ser de capa a capa; tenha liberdade de ler a parte que mais lhe interessa;

3. Faça marcações em palavras, frase ou parágrafos que sejam interessantes para seu uso (numa revisão bibliográfica ou simplesmente para alguma consulta mais adiante);

4. Escreva no próprio artigo alguma ideia ou o que for preciso. Não tenha medo de escrever no seu artigo. Anotações em artigos, livros e revistas, fazem parte do processo de leitura (aprendizagem);

5. Arquive os artigos já lidos em lugar de fácil acesso;

6. Inicie sua leitura pelo Título e, em seguida, vá para o Resumo; depois, escolha que direção tomar;

7. Quando o resumo transmite informação suficiente sobre algo de que você já tem conhecimento, você poderá até pular a Introdução e ir direto para as Conclusões;

8. Tente ler sempre o original (impresso ou no computador); às vezes, fotocópias podem mascarar alguma linha em gráfico ou algum detalhe em fotografias ou radiografias;

9. Não hesite em marcar todas as palavras ou frases que você não entenda; marque TODAS (com um marca texto) e depois da leitura utilize um dicionário técnico para tentar entender as palavras desconhecidas;

10. Haverá 'coisas' no artigo que você não entenderá (uma palavra, uma expressão, um método) mesmo depois de buscar seu significado em dicionário, faça um grande favor a você mesmo: releia o artigo, seção por seção, e então você verá, como será mais fácil desta vez.

Fonte: http://pos-darwinismo.blogspot.com/

sexta-feira, 18 de março de 2011

Software de Gestão do Conhecimento para Trabalhos Acadêmicos

Objetivos

O programa tem como objetivo atender a necessidade de estudantes, professores e pesquisadores de fazer o Fichamento de livros e outras fontes de pesquisa, gerenciar citações, auxiliar na produção de textos com agilidade e sofisticação e facilitar o desenvolvimento de trabalhos acadêmicos.

Ele permite que sejam cadastrados livros, periódicos e citações, facilitando a organização e pesquisa desses materiais, além de gerar automaticamente a referência bibliográfica completa e toda a estrutura de um trabalho científico, seguindo as normas da ABNT.

O fichamento de textos e produção de trabalhos dentro das normas da ABNT esta mais fácil do que nunca!

•Cadastro de livros e periódicos
•Fichamento de textos de forma rápida e prática
•Guia de Normas da ABNT
•Geração da referência bibliográfica de citações
•Geração de toda a estrutura de um trabalho acadêmico
•Intercâmbio de dados.

O que é

Software que permite o cadastramento de livros, periódicos e citações, facilitando a organização e pesquisa desses materiais, além de gerar automaticamente a referência bibliográfica e toda a estrutura de um trabalho científico completa, seguindo as normas da ABNT.

Aplicação

O produto busca atender as necessidades de estudantes e professores na produção de textos, de forma ágil e sofisticada.

Benefícios

■Facilita o Fichamento de livros e outras fontes de pesquisa;
■Melhora o gerenciamento de citações bibliográficas;
■Facilita o desenvolvimento de trabalhos acadêmicos;
■Permite o intercâmbio de informações;
■Fornece, automaticamente, o referencial bibliográfico das citações utilizadas, facilitando a normalização dentro dos padrões da ABNT.

Principais vantagens programa - Sistema Geral

■Interface interativa com usuário
■Instruções de uso em todas as telas e todos os campos no rodapé de cada tela.
■Atalhos de acesso a telas para cadastro de tabelas auxiliares como editora, cidade, assunto, etc.
■Sistema de proteção aos dados. Tudo que é digitado é gravado automaticamente.
■Menu Principal de fácil utilização.
■Tutorial do sistema com todas as informações para a exploração de todos os recursos do sistema.
■Ferramenta para compactar e corrigir o sistema, garantindo a integridade dos dados armazenados.
■Interação completa com MS Word, agilizando a produção de textos.
■Todo o sistema é configurado para manter o padrão das normas da ABNT.
■Permite o intercâmbio de dados (livros e periódicos cadastrados, citações). Dessa forma todos os usuários do programa podem compartilhar suas informações de forma simples e fácil. As citações importadas de outro usuário já vêm com referência bibliográfica de acordo com o padrão da ABNT.
■Site com atualizações do sistema. No caso de mudanças das normas da ABNT ou melhorias do sistema, os usuários podem baixar gratuitamente as atualizações.
■Além de formatar os dados dentro das normas, o sistema ainda traz um manual rápido com normas da ABNT.
■Várias ferramentas de busca de citações cadastradas, livros e periódicos.

Fichamento de Livros e Periódicos

■Fácil cadastro de livros e periódicos.
■Fácil registro das citações, com sistema de repetição de dados agilizando o cadastro.
■O cadastro dos livros tem como chave principal o ISBN (código internacional padrão) dessa forma, os usuários podem compartilhar o cadastro de livros e periódicos com todos os usuários do sistema.
■O sistema permite o cadastro e registro de citações de periódicos, permitindo o registro do sumário. Dessa forma, o usuário pode pesquisar uma determinada matéria e identificar em qual revista possui o que procura.
■Permite a pesquisa dos fichamentos de várias formas, como nome do livro, assunto, nome do autor, tópico cadastrado, etc. Essas citações são exibidas na forma de formulário ou relatório, esse último pode ser exportado para o Word facilitando o gerenciamento e utilização.
■Gera automaticamente a referência bibliográfica (padronizada para ser inserida no rodapé da página), para todas as citações cadastradas.
■Permite anexar qualquer tipo de documento a uma citação, facilitando o gerenciamento e pesquisa.

Ferramenta Trabalho Fácil

•Geração de elementos pré-textuais dos trabalhos dentro das normas da ABNT
■Capa
■Folha de Rosto
■Errata *
■Folha de aprovação
■Dedicatória **
■Agradecimentos **
■Epígrafe **
■Resumo na língua vernácula (Resumo)
■Resumo na língua estrangeira (Abstract)
■Lista de ilustrações *
■Lista de tabelas *
■Lista de abreviaturas e siglas *
■Lista de símbolos *
■Sumário
•Geração Estrutura do trabalho de acordo com os tópicos e citações cadastradas

■Introdução
■Revisão da literatura
■Desenvolvimento
■Conclusão

•Geração Estrutura dos elementos pós-textuais do trabalho dentro das normas da ABNT

■Referências
■Bibliografia **
■Glossário *
■Apêndices *
■Anexos *
■Índice **
■Contra-cap

VALOR DO INVESTIMENTO: R$ 18,90
Pagamento único. Não existe mensalidade.

Favor enviar um depósito no valor acima nos dados abaixo:

Banco Bradesco
Ag. 2565-8
C/C 0020037-9
Luis Cavalcante

e depois enviar o comprovante (scaneado)  para o e-mail: prof.luiscavalcante@bol.com.br e até 72 horas, a partir do comunicado via e-mail e dias úteis, estarei enviando o link para baixar o arquivo do programa mais a senha para funcionar.

Não esqueça que o programa só funciona para cada computador, uma senha para cada computador.

Fones para contato: (11) 3448-3124/9675-4019

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NECESSIDADE PARA FUNCIONAMENTO DO SISTEMA:


• Sistema operacional Windows 98 ou Vista;
• Pacote do Office 2007 instalado;
• Espaço em disco mínimo de 30 MB;
• Estamos desenvolvendo uma versão para o Windows Seven e 2010 com Access instalado