quinta-feira, 10 de abril de 2014

"...delírios da chamada teoria de gênero, essa invenção de professores desocupados com problemas de identidade sexual." by Luiz Felipe Pondé

"...delírios da chamada teoria de gênero, essa invenção de professores desocupados com problemas de identidade sexual." by Luiz Felipe Pondé

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http://intelectuaisconservadores.blogspot.com.br/2014/04/delirios-da-chamada-teoria-de-genero.html

POLÍTICOS E MILITANTES PETISTAS - ESTÃO ENTRE OS MAIS CORRUPTOS DO MUNDO.

POLÍTICOS E MILITANTES PETISTAS - ESTÃO ENTRE OS MAIS CORRUPTOS DO MUNDO.

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sábado, 5 de abril de 2014

segunda-feira, 31 de março de 2014

(Vídeo/Áudio) - Nome de brasileiros (esquerdistas) patrocinado pela KGB para promover desinformação

(Vídeo/Áudio) - Nome de brasileiros (esquerdistas) patrocinado pela KGB para promover desinformação

(Vídeo/Áudio) - O filósofo Olavo de Carvalho falou na Rádio Vox sobre o nome de brasileiros que aparecem no arquivos da polícia secreta tchecoslovaca, a StB. 14 de março de 2014 - www.radiovox.org

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http://historiareformacional.blogspot.com.br/2014/03/video-o-filosofo-olavo-de-carvalho.html

O mito da neutralidade da ciência

O mito da neutralidade da ciência

sexta-feira, março 28, 2014

O mito da neutralidade da ciência



Evolution News & Views March 21, 2014 5:42 AM | Permalink

Um especialista em bioinformática, escrevendo no The Conversation, chama à responsabilidade o mito da neutralidade da ciência. Filipe Gracio, do King's College de Londres é duro, mas preciso:

Não existe busca de conhecimento que não busque afetar o mundo. A ciência é feita por pessoas com interesses, intenções e ambiçôes; e a ciência é financiada por governos e companhias com agendas. O desenvolvimento científico é sujeito às regras de financiamento, às expectativas sobre os resultados, e às forças sociais e às instituições que modelam nossa pesquisa. (ênfase adicionada.)

Neste sentido, a ciência é, realmente, um subconjunto das "Humanidades." O que é isso? Em outro artigo no The Conversation, Vincent F. Hendricks, filósofo da Universidade de Copenhague, nos diz: "As Humanidades são o estudo da condição humana e a maneira como nós interagimos com a natureza, tecnologia, saúde, arte, política, religião, dinheiro e mistério." Não existe espaço para a "ciência" se isentar dessa definição.

No entanto, alguns cientistas, fariam das Humanidades sua área. As Humanidades são um subconjunto da psicologia, eles argumentam, que é um subconjunto da antropologia, que se reduz à biologia; que, por sua vez, se reduz à física. Mas quem faz a redução? Humanos, é claro. A fim de evitar que se devorem uns aos outros como grandes peixes que comem peixes pequenos, os departamentos de ciência e humanidades geralmente ocupam prédios separados ao longo do campus, mantendo uma trégua desconfortável. Hendricks pensa que as Humanidades devem partir para o ataque; Gracio pensa que os cientistas precisam assumir seus preconceitos humanos.

Gracio dá exemplos de ideias preconcebidas, tais como leis de propriedade intelectual governando o desenvolvimento de remédios e as tentativas recentes de se patentear genes. Como pano de fundo, ele louva a atitude de Jonas Salk. Quando interrogado nos anos 1950s a quem pertencia a patente de sua nova vacina contra a poliomielite, diz-se que ele respondeu: "Não existe nenhuma patente. Você poderia patentear o Sol?"

Gracio pensa que aquela atitude é, tristemente, rara nestes dias. Ele sugere que os cientistas poderiam e deveriam ser mais menos preconceituosos. Mas os próprios argumentos de Gracio sugerem que isso é altamente improvável. Eis alguns deles:

Os cientistas estão na interseção de interesses que competem entre si: ausência de reservas e possuir propriedade intelectual.

Os cientistas parecem se esquecer desses interesses que competem entre si. "Pergunte-os sobre a natureza do progresso científico, das decisões de financiamento de seu projeto, das forças por detrás disso ou dos interesses a que servem, e você vai receber um olhar confuso. This is a problem."

Os cientistas não podem justificar os resultados previsíveis dos projetos nos quais estão envolvidos.

A divulgação científica é, frequentemente, via de mão única, considerando "o público" "meramente um vaso recipiente que tem de entender as decisões feitas pelos cientistas e pelos institutos de pesquisas."

"A ética e a política estão ausentes conspicuamente" como tópicos no currículo científico.

"Os cientistas frequentemente não têm uma visão nítida do grande impacto de sua pesquisa ou pensam a respeito das forças que a modelam."

Gracio não é um pessimista. Embora hoje "Exista uma enorme lacuna entre os efeitos e consequências da ciência, e como muitos cientistas consideram essas consequências," ele crê, "Isso é perigoso, mas há algo que nós podemos fazer a respeito." Assim como nós acertadamente analisamos outras atividaes na esfera pública, tais como as ações de companhias privadas ou o aporte de recursos para programas sociais, nós devemos analisar a ciência.

Mas há aquela palavra "devemos". Alguém acredita que isso vai acontecer brevemente? Os parágrafos finais de Gracio soam como um castelo no ar:

Nós cientistas deveríamos ser capazes de abordar seriamente as questões fundamentais sobre o nosso trabalho: quais setores da sociedade servem uma agenda particular de pesquisa? Quais agentes, públicos e privados, espera-se, sejam beneficiados pelas descobertas antecipadas? Quais setores da sociedade podem ser prejudicados por elas? Quais poderiam ser usos incorretos dessas descobertas? E essas respostas deveriam ir além das observações superficiais para justificar o financiamento.

Os cientistas frequentemente não têm uma visão nítida do grande impacto de sua pesquisa ou pensam sobre as forças que a modelam. Como eu tenho ilustrado, os resultados do seu progresso têm consequências sérias. A ciência é uma força incrivelmente poderosa que consome uma vasta quantidade de recursos, e aqueles que fazem essa máquina funcionar precisam ter certeza de que ela está indo numa boa direção.

Bem, então, talvez uma agência governamental "deveria" investigar e escrever um relatório. Isso é como repetir o velho Princípio Poliana da IBM – "Máquinas devem funcionar. Pessoas devem pensar."

A ciência não "está lá" como uma coisa neutral, robótica. O "método científico" (seja lá o que for isso) não é uma máquina que garanta "Entrada de dados; saída de conhecimento." A ciência é sempre mediada por seres humanos falíveis com conhecimento imperfeito, propensos a interesses egoístas. O quadro da ciência que o documentário Cosmos e o NCSE tentam pintar está defeituoso. Nós temos todo o direito de examinar seus financiamentos, suas agendas, e seus preconceitos pessoais – como eles fazem com os nossos.

Em vez de considerer os "cientistas" como uma espécie à parte do resto da humanidade falível, nós devemos olhar a ciência do modo como C.S. Lewis olhou. Dois comentários perspicazes de Lewis retirados do livro The Magician’s Twin [Os gêmeos do mágico] de John West, de 2013 valem a pena repetir assim que nós continuamos a debater a evolução, promover o design inteligente, avaliar a evidência, e explorar as implicações das ideias.

"Estritamente falando, não há, eu confesso, essa coisa de 'ciência moderna'. Existem apenas ciências particulares, todas num estágio de mudança rápida, e algumas vezes inconsistentes uma com a outra." (Christian Reflections [1945], p. 82.)

"Se o pensamento popular pensa que a 'ciência' seja diferente de todos os outros tipos de conhecimento porque a ciência e experimentalmente verificável, o pensamento popular está enganado. A verificação experimental não é um novo tipo de certeza vindo para suprir as deficiências de mera lógica. Portanto, nós devemos abandoner a distinção entre o pensamento científico e o pensamento não científico. A distinção apropriada é entre pensamento lógico e não lógico." (De Futilitate)

É onde o debate pode se dar: sobre a lógica. Todavia, a lógica não está mais "lá fora" do que a ciência; ela é uma filha da integridade e honestidade. Aquelas virtudes que não saem de um tubo de ensaio, e nem podem evoluir. Nós todos estamos juntos nas Ciências Humanas. Sejamos os humanos mais honestos e lógicos que nós possamos ser.

Fonte da foto: lert/Flickr.

Fonte via:
http://pos-darwinista.blogspot.com.br/2014/03/o-mito-da-neutralidade-da-ciencia.html